TERRITÓRIOS DA ARTE

1ª SÉRIE EM - 1º BIMESTRE - VOL 1

DIRETORIA DE ENSINO – REGIÃO TAQUARITINGA

CADERNOS DE ARTE – VOLUME 1

EM - 1ª SÉRIE

Os sites já estão linkados é só clicar.

Tenham um excelente estudo!

ALEXANDRE ÓRION.

http://www.alexandreorion.com/

ARTE NAS RUAS
Exposição no SESC, em São Paulo.

http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/subindex.cfm?Paramend=1&IDCategoria=505

ARTE PÚBLICA.

http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/956,1.shl

CIRCO CONTEMPORÂNEO.

http://www2.uol.com.br/parlapatoes/home/index.htm

http://www.namakaca.com.br/

http://www.piafraus.com.br/

http://www.teatrodeanonimo.com.br/

http://www.acrobaticofratelli.com.br/

http://www.intrepidatrupe.com.br/

CIRCO RODA BRASIL.

http://www.circorodabrasil.com.br/

DOUTORES DA ALEGRIA.

http://www.doutoresdaalegria.org.br/

ENCICLOPÉDIAS ITAÚ CULTURAL

http://www.itaucultural.org.br/

ARTE E TECNOLOGIA

http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/home.php

ARTES VISUAIS

http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm

TEATRO

http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm

TEATRO SUPER 8.

http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia/cinema/home/index.cfm

ESCOLAS DE CIRCO.

http://www.funarte.gov.br/novafunarte/funarte/circo/circoprincipal.php

http://www.galpaodocirco.com.br/new/site_v1/php/ler_noticia.php?ctg=1&id=3

http://www.pindoramacircus.arq.br/escolas/roteiescolas.htm

FREVO.

http://www2.uol.com.br/JC/

http://www.unicamp.br/folclore/folc6/folia_de_reis.html

http://www2.uol.com.br/JC/sites/100anosfrevo/

http://www.terrabrasileira.net/folclore/regioes/5ritmos/frevo.html

http://www.rosanevolpatto.trd.br/frevo1.htm

GRAFITE.

http://www.stencilbrasil.com.br/home.htm

http://www.graffiti.org.br/

9º ANO - 1º BIMESTRE - VOL1

CILDO MEIRELES
"MARULHO"

O Artista
O carioca Cildo Meireles é um dos mais destacados artistas plásticos de todo o mundo, e, ao longo de mais de três décadas, desenvolveu umas das mais consistentes e inventivas trajetórias da arte contemporânea brasileira, tornando sua obra conhecida e admirada internacionalmente. Cildo acaba de chegar de Nova York onde recebeu, em abril deste ano, o Prêmio Skowhegan. Paralelamente à mostra do Museu Vale do Rio Doce, trabalha na montagem de Eureka/plaindhotland na Tate Gallery em Londres, e Missão/Missões (Como construir catedrais) em Zurich. Além disso, desenvolve o projeto de Atlas, obra idealizada em homenagem à Manzoni, que ficará ao ar livre em um parque na cidade de Svolvear, Noruega; e trata da sua participação nas Bienais de Copenhague e São Paulo.

EXPOSIÇÃO
ESPÍRITO SANTO, VITÓRIA


Livros entrelaçados e mares; livros e mares, mares e livros. Verdes mares; mares azuis, transparência. É Marulho, de Cildo Meireles, uma das principais obras do artista que irá compor a exposição Babel no Museu Vale do Rio Doce, em Vitória, a partir de 30 de junho. A outra grande âncora da mostra será a nova montagem de Babel, formada por centenas de rádios ligados e sobrepostos em círculos. A obra, inédita no Brasil, foi exposta anteriormente na Finlândia e incorporada à coleção do Kiasma Museum de Helsinque.
A exposição, cuja proposta é apontar momentos exemplares da produção do artista, relacionando-os com a discussão crítica do espaço presente em toda a sua trajetória, contará com outras seis obras - Cantos, Sal sem Carne, Cruzeiro do Sul, Malhas da Liberdade, Glove Trotter e Mebs/Caraxia - igualmente importantes para a compreensão do que há de distintivo no trabalho de Cildo.
A seleção dos trabalhos, segundo Moacir dos Anjos, curador da mostra, foi desenvolvida com o objetivo de impor ao visitante uma negociação do espaço com a obra; não apenas o espaço físico, como em Cantos, mas também o espaço geopolítico. “As obras promovem uma confluência de diferentes culturas, articulam essas diferenças, confrontam realidades, como em Sal sem Carne, por exemplo, que mistura as culturas indígenas e ocidentais”, revela Moacir. Outro aspecto interessante apontado pelo curador é a utilização do som: em Babel, Marulho, Sal sem Carne e Mebs/Caraxia, o espectador mergulha também numa experiência sensorial, que o leva para viagens exclusivas, únicas, num espaço próprio.
A exposição é uma realização da Fundação Vale do Rio Doce, com o patrocínio da Companhia Vale do Rio Doce e produção da Artviva Produção Cultural.

Navegando pelas obras
Marulho (1997) – Exibida no Brasil apenas no Rio de Janeiro e Brasília, é composta de um píer de madeira que avança sobre uma sala ampla onde se encontram, sobre o chão, milhares de livros abertos que se entrelaçam ordenadamente e em cujas páginas encontram-se imagens de mares distintos. No ambiente, ecoa a edição sonora da palavra água gravada em 80 idiomas.

Babel (2001) – Inédita no Brasil, esta nova versão da obra é formada por uma torre de 5 metros composta por centenas de rádios - de épocas, modelos e tamanhos diversos – sobrepostos em círculos, ligados e sintonizados em diferentes estações de emissoras AM e FM, emitindo sons de várias programações.

As duas obras têm a questão sonora como ponto em comum. Ambas foram concebidas nos anos 90 e, segundo Cildo, brotaram da mesma situação hipotética, híbrida, que liga a ambição, a soberba, o orgulho à vontade de se comunicarem. “Os dois trabalhos estão unidos a uma das mais fortes características do homem, que é a vontade de chegar a Deus”, diz o artista.

TEXTO RETIRADO DO SITE:
http://www.revistamuseu.com.br/noticias/not.asp?id=9539&MES=/6/2006&max_por=10&max_ing=5





VÍDEO RETIRADO DO SITE:
http://www.youtube.com/watch?v=xm4RSEd5cBs

BIBI FERREIRA

"Gota d' água"

Atriz. Cantora. Diretora. Compositora.
Filha do ator Procópio Ferreira e da bailarina e cantora espanhola Aída Izquierdo, desde muito cedo começou a atuar nos palcos. O bisavô materno era cantor lírico e os avós, artistas de circo. Batizada pelo casal de atores Oduvaldo Vianna, pai do dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha e Abigail Maia, com apenas vinte dias de nascida entrou numa cena nos braços da madrinha, durante a peça "Manhãs de sol", de autoria do próprio Oduvaldo Vianna. A estréia não profissional e tão precoce ocorreu porque Abigail Maia, que também era cantora, entrava em cena carregando uma boneca, que não foi encontrada até o início do espetáculo naquela noite. Nada melhor, portanto, que um bebê de verdade entrasse em cena, ainda mais sendo filha e afilhada de artistas. Apesar de em sua certidão de nascimento constar o dia 10 de junho de 1921, ela própria jamais teve certeza da data de seu aniversário, pois sua mãe afirmava que o dia teria sido 1 de junho, enquanto seu pai sustentava que o dia certo era 4 de junho. Um ano depois de seu nascimento seus pais separaram-se. Sua mãe tinha então 16 anos e ela foi viver com a mãe, que atuava na Companhia Velasco, excursionando pela América Latina.

Seu primeiro idioma foi o espanhol. Dançava e cantava o flamenco e praticava desafios, um hábito que era cultivado pelas crianças da Companhia. Por volta dos 7 anos retornou ao Brasil, indo morar com o pai no Rio de Janeiro, quando aprendeu português e começou a interessar-se por ópera, uma das paixões de seu pai. Entrou para o Corpo de Baile do Teatro Municipal onde permaneceu até os 14 anos, indo aperfeiçoar-se no Teatro Colón, em Buenos Aires. No entanto, aos 9 anos, foi impedida de matricular-se no tradicional Colégio Sion, em Laranjeiras, por ser filha de artistas, apesar do pai ser um dos mais prestigiados e famosos atores da época. Gostando de música desde muito cedo, tencionava tornar-se música e até maestrina. Aprendeu piano e violino. Quando na Europa, chegou a participar como atriz de um filme inglês, ao lado do astro Sabu. Seu professor de piano percebeu então que a jovem aluna tinha o chamado "ouvido absoluto". Ainda criança, adaptava letras de composições de Noel Rosa e Lamartine Babo a melodias de óperas de Verdi e Rossini, entre outros. A experiência seria utilizada por ela muitos anos mais tarde ao compor a "Operabrás", mesclando letras de Dorival Caymmi e Lamartine Babo a músicas de Rossini e Gounod.

Em dezembro de 1975, estreou a peça "Gota d' Água", uma adaptação de Chico Buarque e Paulo Pontes, com quem era casada, para a tragédia grega "Medéia", de Eurípedes. O texto era inspirado numa idéia do dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho, que adaptara "Medéia" para um especial exibido pela TV Globo, três anos antes, com Fernanda Montenegro no papel principal. Na peça de Chico Buarque e Paulo Pontes, viveu Joana, a "Medéia brasileira". Algumas canções da peça, compostas por Chico Buarque, tornaram-se clássicos na interpretação da atriz, como "Gota d' água" e "Bem-querer".




VÍDEO RETIRADO DO SITE: http://www.youtube.com/

Georgette Fadel e Cristiano Tomiossi
Gota d´Água – Breviário
Direção: Heron Coelho e Georgette Fadel.


Resultado de um núcleo de pesquisa dramatúrgica de textos nacionais, o grupo Breviário (composto por 10 integrantes, entre músicos e atores), formou-se no Sesc Ipiranga, no primeiro semestre de 2005, processo que resultou no projeto Em Cena: Ações!!!, ciclo de releituras que abrangeu peças de Guarnieri, Vianinha, Chico Buarque, Dias Gomes, entre outros, e contou com a participação colaborativa de atores e pesquisadores envolvidos no processo (dentre eles, o próprio Guarnieri, o poeta Ferreira Gullar, as professoras Adélia Bezerra de Menezes, Iná Camargo Costa e Maria Silvia Betti, bem como de atores como Maria Alice Vergueiro, Marília Medalha, Zezé Motta, entre outros).
Sobre a peça
Escrita em 1975, por Chico Buarque e Paulo Pontes, a peça Gota D'água transpõe a tragédia grega para a ambiência urbana carioca, deflagrando a miséria e a exploração sofrida pelos moradores de um conjunto habitacional, a Vila do Meio-dia, cujo foco central é a relação entre Joana, mulher abandonada com filhos, e Jasão, um compositor popular alçado por Creonte, proprietário da Vila. A teia da tragédia se arma sob a égide das relações opressivas entre o mais forte e o mais fraco.
Gota d’Água — Breviário, de Chico Buarque e Paulo Pontes. Direção de Georgette Fadel e Heron Coelho.
Com Georgette Fadel, Cristiano Tomiossi, Alexandre Krug, Luiz Mármora, Daniela Duarte, Luciana Barros e Flávia Melman.

Texto retirado do site:
http://www.jornaljovem.com.br/edicao9/teatro04.php
Vídeo da Peça de Teatro: Gota d'água - Breviato
http://www.youtube.com/watch?v=a4VOaUndYZY

8º ANO - 1º BIMESTRE - VOL1

SCIArts

SCIArts é uma Equipe Interdisciplinar que desenvolve seus projetos na intersecção entre Arte, Ciência e Tecnologia. A produção dos trabalhos do grupo procura tanto exprimir a profunda complexidade existente na relação entre estes elementos, que são a essência da cultura humana, quanto a representação de conceitos artístico-científicos contemporâneos que demandem novas possibilidades midiáticas e poéticas. Para atingir estes objetivos, teorias científicas e tecnologias em geral são utilizadas para a construção de espaços poéticos onde a interação homem/obra, obra/obra, obra/ambiente e homem/homem são predominantes. A Equipe possui um núcleo fixo de pessoas, mas desenvolve os projetos com co-participantes (técnicos, cientistas, teóricos e artistas) que variam de acordo com as características de cada projeto.

Atrator Poético
Instalação Multimídia Interativa - 2005
Cinético Digital - Instituto Cultural Itaú.
Atrator Poético" é uma instalação multimídia interativa originalmente concebida pelo SCIArts - Equipe Interdisciplinar. Posteriormente a instalação foi finalizada em parceria com o músico Edson Zampronha.

O diálogo entre imagem e som com o ferro-fluído (um líquido magnético que se conforma ao campo formado por bobinas eletromagnéticas) e a interação com o público constroem a poética da obra.

A interferência do público na imagem produz construções sonoras e a movimentação do ferro-fluído. A imagem dessa movimentação é captada por uma câmera e é projetada numa superfície circular.

A imagem projetada se torna a interface para a modificação do ferro-fluído e dos sons. O público toca na superfície de projeção, circula em torno dela e gera imagens que parecem constelações, formas que surgem e desaparecem, ouve sons associados à imagem, e quando percebe que as imagens projetadas têm relação com o que acontece com o ferro-fluído no totem, volta para observar as formas do ferro-fluído, percebendo o processo e refazendo o percurso.

Participação Especial de Edson Zampronha e Luiz Galhardo.

Texto retirado do site: http://sciarts.org.br/index1p.html

7º ANO - 1º BIMESTRE - VOL1

SCIArts - Equipe Interdisciplinar.


SCIArts é uma Equipe Interdisciplinar que desenvolve seus projetos na intersecção entre Arte, Ciência e Tecnologia. A produção dos trabalhos do grupo procura tanto exprimir a profunda complexidade existente na relação entre estes elementos, que são a essência da cultura humana, quanto a representação de conceitos artístico-científicos contemporâneos que demandem novas possibilidades midiáticas e poéticas. Para atingir estes objetivos, teorias científicas e tecnologias em geral são utilizadas para a construção de espaços poéticos onde a interação homem/obra, obra/obra, obra/ambiente e homem/homem são predominantes. A Equipe possui um núcleo fixo de pessoas, mas desenvolve os projetos com co-participantes (técnicos, cientistas, teóricos e artistas) que variam de acordo com as características de cada projeto.



Atrator Poético
Instalação Multimídia Interativa - 2005
Cinético Digital - Instituto Cultural Itaú.
Atrator Poético" é uma instalação multimídia interativa originalmente concebida pelo SCIArts - Equipe Interdisciplinar. Posteriormente a instalação foi finalizada em parceria com o músico Edson Zampronha.

O diálogo entre imagem e som com o ferro-fluído (um líquido magnético que se conforma ao campo formado por bobinas eletromagnéticas) e a interação com o público constroem a poética da obra.

A interferência do público na imagem produz construções sonoras e a movimentação do ferro-fluído. A imagem dessa movimentação é captada por uma câmera e é projetada numa superfície circular.

A imagem projetada se torna a interface para a modificação do ferro-fluído e dos sons. O público toca na superfície de projeção, circula em torno dela e gera imagens que parecem constelações, formas que surgem e desaparecem, ouve sons associados à imagem, e quando percebe que as imagens projetadas têm relação com o que acontece com o ferro-fluído no totem, volta para observar as formas do ferro-fluído, percebendo o processo e refazendo o percurso.

Participação Especial de Edson Zampronha e Luiz Galhardo.

FONTE: - http://www.upgradesaopaulo.com.br/200710-sciarts.html



FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=3PNqTe9WMAc

6º ANO - 1º BIMESTRE - VOL 1

Teatro

"O Avarento"
de Moliére
A peça ainda não começou, mas as caixas interligadas de Daniela Thomas estão lá, vazias. Esperando que nós, os curiosos, as preenchamos. Pois é claro que o dono delas não moverá um centímetro para tal. Ele um pão duro - o tal Avarento do título.
Ainda bem que o diretor e o seu time conseguem instigar quem assiste a imaginar o que caberia em cada uma daquelas gavetas. Tudo fica escuro.
A luz volta, dessa vez com algumas das caixas cheias com um personagem cada uma. Leve, iluminado, aconchegante, engraçado.
O Avarento é uma peça sobre família. Esse é o foco humano que o autor dá apesar do título e apesar dele dar nome ao grande personagem.
A peça fala das situações em que somos reféns (por escolha ou não); dos sensatos e dos acomodados; das neuroses de quem amamos e das coincidências que muitas vezes nos fazem esquecer que Deus existe.
Comecei essa resenha falando de felicidade. E o que é ela em O Avarento? Para os personagens, é que as nossas verdades, quando encontram as dos outros, são mais fáceis que a mentira. É só uma questão de alguém contar primeiro. Só que às vezes isso demora. Afinal de contas, as boas histórias precisam durar pelo menos um pouco.
Para a platéia, felicidade é o privilégio da peça ser comandada por Paulo Autran e um excelente elenco.Ele domina quem o assiste e quem atua com ele. Ele nos guia e dita: “Ok, senhoras e senhores, riam!”, “Fiquem apreensivos”, “ Finjam de morto!”. Ele cativa e faz pensar que a felicidade é fazer o que gosta, pra quem gosta e no final receber aplausos. Hoje ele pode, pois é mestre no que faz. Felicidade do teatro brasileiro em ter esse grande domador de personagens entre nós.
Se você tem alguém na família que só pensa em dinheiro, leve pra assistir: provavelmente ele ou ela vai continuar pensando em dinheiro, mas vai sair bem mais leve do programa. Afinal, ali, no palco, está Paulo Autran feliz e de mão muito aberta, entregue à magia do teatro.

Texto retirado do site: http://www.autoria.com.br/mundo_ficcao/materia.asp?id_pub=1920



Vídeos retirados do site http://www.youtube.com/
Metrópolis - Paulo Autran e "O Avarento" http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=KQqNIDHYexA

Trecho de "O Avarento", com Paulo Autran - 1
http://www.youtube.com/watch?v=aw1D8QayX78&feature=related

Trecho de "O Avarento", com Paulo Autran - 2
http://www.youtube.com/watch?v=5s7zs2nBQ_U&feature=related

Trecho de "O Avarento", com Paulo Autran - 3
http://www.youtube.com/watch?v=aEtCJybmHDE&feature=related

Trecho de "O Avarento", com Paulo Autran - 4
http://www.youtube.com/watch?v=KpXGd5noLhg&feature=related

RESUMO DO LIVRO " O AVARENTO"
Harpagon é um homem rico, mas terrivelmente avarento, que vive em constante pavor de que roubem uma arca de ouro que enterrou no jardim. Ele tem um criado, Valère, apaixonado por sua filha, Élise. Valère tem certeza de que é descendente de uma boa família, mas perdeu-se de seus parentes no passado e tem pouca esperança de que o patrão permita seu casamento com a moça. Enquanto não prova que tem sangue nobre, Valère tenta conquistar a afeição do patrão bajulando-o o tempo todo.
O filho de Harpagon, Cléante, também está apaixonado. Quer se casar com Mariane, uma garota pobre e órfã, mas também tem pouca esperança de que o pai permita o enlace. Como Mariane não tem dinheiro, Cléante ainda nem contou ao pai sobre o relacionamento. E o que ele não imagina é que o próprio Harpagon, viúvo há muitos anos, também está interessado na moça.
Um dia, Harpagon informa a Élise que decidiu casá-la com Anselme, um ricaço de cinqüenta anos, que propôs desposá-la mesmo sem dote. Élise odeia a idéia, mas Harpagon não quer perder proposta tão vantajosa. Desesperada, Élise pede a ajuda de seu amado Valère. Ele jura que evitará o casamento e diz que, em último caso, fugirão juntos.
Enquanto isso, Cléante está tão determinado a se casar com Mariane que decide pedir dinheiro emprestado a um agiota, como forma de se livrar do jugo financeiro do pai. Ele sabe que o agiota é um explorador que cobra vinte e cinco por cento ao mês, mas marca uma entrevista. Lá chegando, uma grande surpresa: o agiota é o próprio Harpagon. Pai e filho brigam feio e o negócio não se consuma.
Harpagon dá uma festa em homenagem à Mariane, gastando o mínimo possível em comida e bebida. Mariane, que já achava Harpagon repulsivo, passa a detestá-lo ainda mais quando descobre que ele é pai de seu amado Cléante. Depois da festa, Cléante não resiste e confessa a Harpagon que ama Mariane. O velho passa a desejar ainda mais ardentemente que a garota seja sua. Cléante jura que fará tudo para impedir tal união e Harpagon o deserda. Nesse momento, um criado entra alertando que alguém roubou o dinheiro enterrado no jardim. Harpagon fica desesperado, suspeitando de todos, até de si mesmo.
Um criado invejoso diz a Harpagon que o ladrão é Valère. Harpagon, mesmo sem provas, chama a polícia para prender o rapaz. Anselme chega a tempo de ouvir Valère brigar com Harpagon, confessar seu amor por Élise e jurar que se casará com ela de qualquer maneira. Anselme, comovido, retira sua proposta de casamento, pois não quer forçar Élise a um enlace indesejado. Harpagon fica furioso por perder o genro rico. Chega um magistrado para prender Valère, mas o rapaz diz que não pode ser levado para a cadeia porque é, na verdade, um nobre, filho do napolitano Don Thomas d’Alburci. Valére conta que sofreu um naufrágio que o separou de seus parentes, os outros d’Alburci. Julga que estejam todos mortos. Mariane, emocionada, descobre assim que é irmã de Valère. Ela também sobrevivera ao naufrágio. E a alegria não fica por aí. Anselmo revela que é pai dos dois, Don Thomas d’Alburci em pessoa. Ele também conseguira chegar à terra firma e, achando que os filhos tinham morrido, adotara em Paris o novo nome de Anselmo.
As surpreendentes revelações não fazem diferença para Harpagon. Ele continua insistindo para que Valère devolva seu dinheiro. Cléante aparece para dizer que, na verdade, tinha sido ele o ladrão e que só devolveria o ouro se o pai permitisse seu casamento com Mariane. Anselmo é o primeiro a dar seu consentimento e ainda concorda em pagar pelos dois casamentos. Harpagon não vê outra saída senão concordar.
Mariane e seu irmão Valére vão com Anselme para reencontrar a mãe que não vêem há anos. Junto com eles, seguem seus amados Cléante e Élise. Harpagon fica sozinho, agarrado à sua arca de ouro, o único e verdadeiro amor de sua vida.

TEXTO RETIRADO DO SITE: http://pt.shvoong.com/books/play/1656596-avarento/

Música
“O PROFESSOR”
Amilson Godoy e Celso Viafora

Quem com pó de giz
Um lápis e apagador
Deu o verbo a Vinicius,
Machado de Assis, Drummond?

Quem ensinou piano ao Tom?
Quem pôs um lápis de cor
Nos dedos de Portinari,
Picasso e Van Gogh?
Quem foi que deu asas a Santos Dumont?

Crianças têm tantos dons
Só que, às vezes, não sabem
Quantos só se descobrem
Porque um mestre enxergou e incentivou?

É... Só se faz um país
Com professor
Um romance, um croqui
Com professor
Um poema de amor, "Dindi"
Um país pra ensinar seus jovens

É... Só se faz um país
Com professor
Um romance, um croqui
Com professor
Um poema de amor, "Dindi"
Com professor