Jean Tinguely
(Friburgo, 1915 - Friburgo, 1991) foi um escultor suíço.
Foi um dos fundadores do Novo Realismo, um movimento artístico que elege os materiais e elementos derivados da realidade cotidiana, como os desperdícios da sociedade de consumo, transformando-os em obras de arte. A sua obra denuncia uma estética e uma conceptualização próximas do dadaísmo. As esculturas, numa espécie de celebração da ciência e do progresso tecnológico que marcou o após-guerra, são máquinas satíricas com funções e formas diversas, normalmente inúteis e absurdas, com movimentos descoordenados.
Paradigmático da sua obra, a escultura Chariot MK IV , 1966, constituída por um conjunto de rodas e de engrenagens assamblados para produzir uma máquina que simula ter uma função.
Em trabalhos anteriores, estas máquinas eram realizadas para produzir desenhos abstractos, numa crítica ao expressionismo abstrato que se valia do gesto espontâneo e de certa forma gratuito e vulgarizado.
Outra obra famosa foi a escultura que apresentou no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, cuja função foi a de se auto-destruir. Mais tarde, produz eventos multimédia de grande escala, exteriores, nos quais o espectador é encorajado a interagir com as suas grandes esculturas.
A introdução de movimento físico real nas obras de arte, que se tornava mais frequente na década de 50, na produção criativa de alguns autores, entre os quais Tinguely, permitiu a constituição de uma corrente artística, designado por arte cinética.
A dança macabra era uma temática comum na Idade Média, tanto na pintura como na escultura. A morte, representada por um esqueleto com uma rabeca e um osso como
arco desse instrumento, dança com os mortais de todas as idades e condições enquanto os arrasta para a sepultura. O olhar de Tinguely sobre esse tema gerou uma obra realizada com sucata, arames, pedaços de ferro e de metal, luzes e motores, crânios de animais carbonizados.
É com os materiais mais inusitados que o artista cria sua “dança macabra”. É a materialidade da obra que nos coloca frente a uma dança que não nos remete diretamente às referências da Idade Média, mas sim ao inusitado, ao movimento, aos sons e às velocidades que nos provocam sensações.
As 14 esculturas (ou máquinas esculturais, como Tinguely preferia nomear suas obras)
são compostas por objetos recolhidos de uma ruína incendiada próxima ao ateliê do artista. Esses objets trouvés, objetos encontrados, criam uma instalação ao mesmo tempo burlesca e assustadora. Pela fotografia, podemos apenas imaginar essas sensações, pois seria muito diferente ter a oportunidade de visitar a
obra no Museu Tinguely, na Basileia (Suíça).
Jean Tinguely cria suas máquinas esculturais que se movimentam na busca de expressar
a essência da Arte e da vida, com as contínuas mudanças, movimentos, instabilidades. Deseja despertar o interesse do espectador, para que possa viver o estranhamento, o lúdico, o assustador… Assim, o artista produz a arte cinética, que incorpora o movimento ao objeto de arte. No Brasil, Abraham Palatnik é um grande expoente desse tipo de Arte. É pelo material que Tinguely nos deixa ver suas ideias sobre a Arte e a vida. Há um diálogo do artista com a matéria, com as ferramentas na criação da obra, que também nos faz dialogar com a própria obra.
VÍDEO - FONTE: http://youtu.be/MXvdJYlYOj4
MÚSICA
TIMBRE
O conceito de timbre se refere à cor ou à qualidade do som e está normalmente dissociado dos conceitos de intensidade e altura. Timbre é definido pela ASA (American Standard Association) como “aquele atributo do sentido auditivo em termos do qual o ouvinte pode julgar que dois sons similarmente apresentados e tendo a mesma intensidade e altura, são dissimilares” (Risset e Wessel, 1982). Esta vaga definição está relacionada com a multidimensionalidade inerente a este atributo, o qual não pode ser escalonado por quantidades unidimensionais, tal como acontece com o volume e altura, cujas variações podem ser descritas por escalas entre fraco/forte e grave-agudo, respectivamente, e que podem por isso ser especificados quantitativamente pelo sistema tradicional de notação musical. As variações de timbre são percebidas, por exemplo, como agrupamentos de sons tocados por um mesmo instrumento musical, ou falados por uma mesma pessoa, mesmo que estes sons possam ser bem distintos entre si, de acordo com sua altura, intensidade e duração.
De fato, a maioria das pesquisas em timbre têm se desenvolvido no âmbito da percepção de sons de instrumentos musicais e da voz.
Segundo o músico-pedagogo Raymond Murray Schafer, a escuta é um processo cognitivo,
uma percepção atenta, ao passo que a audição é um processo fisiológico, inevitável,
passivo e não atento. Quando estamos na cozinha, ouvimos o zumbido da geladeira, mas
não o escutamos, porque geralmente não é um som que nos interessa. Ou seja, os ouvidos não deixam de captar essa sonoridade, porém, como não estamos atentos a ela, passamos a ignorá-la.
Uma característica do timbre é que ele também é constituído de nuanças tímbricas
de sua identidade.
Hermeto Pascoal
Hermeto Pascoal (Lagoa da Canoa, 22 de junho de 1936) é um compositor arranjador e multi-instrumentista brasileiro (toca acordeão, flauta, piano, saxofone, trompete, bombardino, escaleta, violão e diversos outros instrumentos musicais) .Os sons da natureza o fascinaram desde pequeno. A partir de um cano de mamona de jerimum (abóbora), fazia um pífano e ficava tocando para os passarinhos. Ao ir para a lagoa, passava horas tocando com a água. O que sobrava de material do seu avô ferreiro, ele pendurava num varal e ficava tirando sons. Até o acordeão de 8 baixos de seu pai, de sete para oito anos, ele resolveu experimentar e não parou mais. Dessa forma, passou a tocar com seu irmão mais velho José Neto, em forrós e festas de casamento, revezando-se com ele no acordeão e no pandeiro.
Hermeto Pascoal e Grupo - Lagoa da Canoa Município de Arapiraca - Tiruliruli
Fonte: http://youtu.be/EBfM1emRjQY
Hermeto Pascoal - Música da Lagoa
Fonte - http://youtu.be/06Qm-Z5OsHw
Marco Scarassati
Marco Scarassati (1971/ Campinas/ SP/Brasil) Compositor e artista sonoro, inventor de esculturas sonoras e instrumentos musicais. Professor Adjunto da UFMG na área da prática de ensino de música, pesquisa a construção poética do espaço sonoro. Autor do livro Walter Smetak, o alquimista dos sons. Idealizador do grupo Sonax, ao lado de Marcelo Bomfim e Nelson Pinton.
Instrumental SESC Brasil - Trio Sonax - Cretinos, flautas e afins.
Vídeo - Fonte: http://youtu.be/fzF23-sPCqw
Fernando Sardo
Fernando Sardo é músico, luthier, artista plástico e arte-educador, unindo seus conhecimentos musicais e artes, além do grande interesse por diversas culturas, cria instrumentos musicais, esculturas e instalações sonoras de forma original. Suas criações são confeccionadas no mesmo espaço de gravação de suas músicas, onde mostra à nossa equipe algumas de suas produções.
Sardo conta que seu interesse pela construção de instrumentos musicais se iniciou na adolescência, quando na impossibilidade de comprar a guitarra que queria, construiu sua própria e os demais instrumentos de sua banda na oficina de seu pai. Mais tarde, iniciou a faculdade de música onde pode embasar seu talento com os conceitos sobre cada instrumento. A música étnica em suas diversas formas sempre lhe despertou grande interesse, e foi em contato com outras culturas que aprendeu a construir e a tocar diferentes instrumentos musicais. Lembra que certa vez, em uma comunidade, lhe foi solicitado que consertasse um alaúde e então trocou seu trabalho por aulas para aprender a tocá-lo. Desta forma, foi aprimorando seus instrumentos e sons. Sobre o processo criativo, Sardo sente-se livre diante dos materiais nos quais descobre timbres e novas possibilidades para compor, e também, diante da necessidade de um novo som, vai buscá-lo em seu ateliê construindo novos instrumentos.
Os materiais utilizados são diversos, desde os naturais - cabaça, bambu, madeira - como também sucata, utensílios domésticos, garrafas pet e diferentes tubos e outras peças em PVC. Segundo Fernando, o PVC é muito interessante para este trabalho por ser resistente, leve e de fácil manuseio, já os materiais naturais oferecem risco de quebrar ou rachar, sendo o PVC então, uma ótima opção para realizar oficinas educativas com as crianças.
Os instrumentos musicais feitos de PVC podem ser de corda, percussão ou sopro, oferecendo inúmeras possibilidades criativas.
Sardo faz apresentações, shows e oficinas em todo país. Foi idealizador do GEM (Grupo Experimental de Música) e constrói, além dos instrumentos musicais, escultura sonoras gigantes que podem ser conferidas ao vivo e à cores em alguns parques culturais de todo país, como o Sabina Escola Parque do Conhecimento em Santo André.
Outras fontes: www.fernandosardo.com.br e http://www.gem.mus.br/
http://www.fernandosardo.com.br/portugues/
Fernando Sardo Versão Português
Vídeo - Fonte: http://youtu.be/ztoGXsOBrZM
CHARLES CHAPLIN - EM BUSCA DO OURO.
Sinopse
O vagabundo tenta a sorte na corrida de ouro de 1898 no Alasca. Porém, tudo o que ele consegue é arrumar bastante confusão com Jim McKay e se apaixonar pela dançarina Georgia.
• Venceu na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Curiosidades
A dança com os pãezinhos
• O filme reúne algumas das cenas antológicas do cinema, como a da famosa dança dos pãezinhos, ou a que mostra o devaneio do aventureiro "Big Jim" que, alucinado pela fome, vê "Carlitos" metamorfoseado em frango. A mais célebre, porém, é a do cozido das botinas de "Carlitos" onde, com ares de gourmet, o personagem faz dos cordões um delicioso espaguete, das solas um fino e saboroso pássaro de caça, e dos pregos seus ossinhos delicados.
• "Carlitos" e seu companheiro de cena realmente comeram as botinas, feitas de alcaçuz por um confeiteiro especialmente contratado para a tarefa. Perfeccionista, Chaplin fez dezenas de tomadas e mais de vinte pares de botinas saírem do forno, antes de a cena ser aprovada.
• A personagem "Georgia" foi escrita por Chaplin especialmente para sua nova esposa, Lita Grey, que posteriormente teve que desistir da personagem por ter engravidado.
• Há duas versões de The Gold Rush, a primeira de 1925 e a outra de 1942. A versão sem som tem 82 minutos de duração, enquanto a versão sonorisada tem 74 minutos de duração.
• The Gold Rush apenas foi ter trilha sonora em sua versão lançada em 1942.
• Na versão de 1925, o filme termina com um beijo entre Chaplin e Georgia Hale; na versão de 1942 o filme termina com Chaplin dizendo que ela será sua esposa.
Em Busca do Ouro- Dança dos Pãezinhos (cena)
(Friburgo, 1915 - Friburgo, 1991) foi um escultor suíço.
Foi um dos fundadores do Novo Realismo, um movimento artístico que elege os materiais e elementos derivados da realidade cotidiana, como os desperdícios da sociedade de consumo, transformando-os em obras de arte. A sua obra denuncia uma estética e uma conceptualização próximas do dadaísmo. As esculturas, numa espécie de celebração da ciência e do progresso tecnológico que marcou o após-guerra, são máquinas satíricas com funções e formas diversas, normalmente inúteis e absurdas, com movimentos descoordenados.
Paradigmático da sua obra, a escultura Chariot MK IV , 1966, constituída por um conjunto de rodas e de engrenagens assamblados para produzir uma máquina que simula ter uma função.
Em trabalhos anteriores, estas máquinas eram realizadas para produzir desenhos abstractos, numa crítica ao expressionismo abstrato que se valia do gesto espontâneo e de certa forma gratuito e vulgarizado.
Outra obra famosa foi a escultura que apresentou no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, cuja função foi a de se auto-destruir. Mais tarde, produz eventos multimédia de grande escala, exteriores, nos quais o espectador é encorajado a interagir com as suas grandes esculturas.
A introdução de movimento físico real nas obras de arte, que se tornava mais frequente na década de 50, na produção criativa de alguns autores, entre os quais Tinguely, permitiu a constituição de uma corrente artística, designado por arte cinética.
A dança macabra era uma temática comum na Idade Média, tanto na pintura como na escultura. A morte, representada por um esqueleto com uma rabeca e um osso como
arco desse instrumento, dança com os mortais de todas as idades e condições enquanto os arrasta para a sepultura. O olhar de Tinguely sobre esse tema gerou uma obra realizada com sucata, arames, pedaços de ferro e de metal, luzes e motores, crânios de animais carbonizados.
É com os materiais mais inusitados que o artista cria sua “dança macabra”. É a materialidade da obra que nos coloca frente a uma dança que não nos remete diretamente às referências da Idade Média, mas sim ao inusitado, ao movimento, aos sons e às velocidades que nos provocam sensações.
As 14 esculturas (ou máquinas esculturais, como Tinguely preferia nomear suas obras)
são compostas por objetos recolhidos de uma ruína incendiada próxima ao ateliê do artista. Esses objets trouvés, objetos encontrados, criam uma instalação ao mesmo tempo burlesca e assustadora. Pela fotografia, podemos apenas imaginar essas sensações, pois seria muito diferente ter a oportunidade de visitar a
obra no Museu Tinguely, na Basileia (Suíça).
Jean Tinguely cria suas máquinas esculturais que se movimentam na busca de expressar
a essência da Arte e da vida, com as contínuas mudanças, movimentos, instabilidades. Deseja despertar o interesse do espectador, para que possa viver o estranhamento, o lúdico, o assustador… Assim, o artista produz a arte cinética, que incorpora o movimento ao objeto de arte. No Brasil, Abraham Palatnik é um grande expoente desse tipo de Arte. É pelo material que Tinguely nos deixa ver suas ideias sobre a Arte e a vida. Há um diálogo do artista com a matéria, com as ferramentas na criação da obra, que também nos faz dialogar com a própria obra.
VÍDEO - FONTE: http://youtu.be/MXvdJYlYOj4
MÚSICA
TIMBRE
O conceito de timbre se refere à cor ou à qualidade do som e está normalmente dissociado dos conceitos de intensidade e altura. Timbre é definido pela ASA (American Standard Association) como “aquele atributo do sentido auditivo em termos do qual o ouvinte pode julgar que dois sons similarmente apresentados e tendo a mesma intensidade e altura, são dissimilares” (Risset e Wessel, 1982). Esta vaga definição está relacionada com a multidimensionalidade inerente a este atributo, o qual não pode ser escalonado por quantidades unidimensionais, tal como acontece com o volume e altura, cujas variações podem ser descritas por escalas entre fraco/forte e grave-agudo, respectivamente, e que podem por isso ser especificados quantitativamente pelo sistema tradicional de notação musical. As variações de timbre são percebidas, por exemplo, como agrupamentos de sons tocados por um mesmo instrumento musical, ou falados por uma mesma pessoa, mesmo que estes sons possam ser bem distintos entre si, de acordo com sua altura, intensidade e duração.
De fato, a maioria das pesquisas em timbre têm se desenvolvido no âmbito da percepção de sons de instrumentos musicais e da voz.
Segundo o músico-pedagogo Raymond Murray Schafer, a escuta é um processo cognitivo,
uma percepção atenta, ao passo que a audição é um processo fisiológico, inevitável,
passivo e não atento. Quando estamos na cozinha, ouvimos o zumbido da geladeira, mas
não o escutamos, porque geralmente não é um som que nos interessa. Ou seja, os ouvidos não deixam de captar essa sonoridade, porém, como não estamos atentos a ela, passamos a ignorá-la.
Uma característica do timbre é que ele também é constituído de nuanças tímbricas
de sua identidade.
Hermeto Pascoal
Hermeto Pascoal (Lagoa da Canoa, 22 de junho de 1936) é um compositor arranjador e multi-instrumentista brasileiro (toca acordeão, flauta, piano, saxofone, trompete, bombardino, escaleta, violão e diversos outros instrumentos musicais) .Os sons da natureza o fascinaram desde pequeno. A partir de um cano de mamona de jerimum (abóbora), fazia um pífano e ficava tocando para os passarinhos. Ao ir para a lagoa, passava horas tocando com a água. O que sobrava de material do seu avô ferreiro, ele pendurava num varal e ficava tirando sons. Até o acordeão de 8 baixos de seu pai, de sete para oito anos, ele resolveu experimentar e não parou mais. Dessa forma, passou a tocar com seu irmão mais velho José Neto, em forrós e festas de casamento, revezando-se com ele no acordeão e no pandeiro.
Hermeto Pascoal e Grupo - Lagoa da Canoa Município de Arapiraca - Tiruliruli
Fonte: http://youtu.be/EBfM1emRjQY
Hermeto Pascoal - Música da Lagoa
Fonte - http://youtu.be/06Qm-Z5OsHw
Marco Scarassati
Marco Scarassati (1971/ Campinas/ SP/Brasil) Compositor e artista sonoro, inventor de esculturas sonoras e instrumentos musicais. Professor Adjunto da UFMG na área da prática de ensino de música, pesquisa a construção poética do espaço sonoro. Autor do livro Walter Smetak, o alquimista dos sons. Idealizador do grupo Sonax, ao lado de Marcelo Bomfim e Nelson Pinton.
Instrumental SESC Brasil - Trio Sonax - Cretinos, flautas e afins.
Vídeo - Fonte: http://youtu.be/fzF23-sPCqw
Fernando Sardo
Fernando Sardo é músico, luthier, artista plástico e arte-educador, unindo seus conhecimentos musicais e artes, além do grande interesse por diversas culturas, cria instrumentos musicais, esculturas e instalações sonoras de forma original. Suas criações são confeccionadas no mesmo espaço de gravação de suas músicas, onde mostra à nossa equipe algumas de suas produções.
Sardo conta que seu interesse pela construção de instrumentos musicais se iniciou na adolescência, quando na impossibilidade de comprar a guitarra que queria, construiu sua própria e os demais instrumentos de sua banda na oficina de seu pai. Mais tarde, iniciou a faculdade de música onde pode embasar seu talento com os conceitos sobre cada instrumento. A música étnica em suas diversas formas sempre lhe despertou grande interesse, e foi em contato com outras culturas que aprendeu a construir e a tocar diferentes instrumentos musicais. Lembra que certa vez, em uma comunidade, lhe foi solicitado que consertasse um alaúde e então trocou seu trabalho por aulas para aprender a tocá-lo. Desta forma, foi aprimorando seus instrumentos e sons. Sobre o processo criativo, Sardo sente-se livre diante dos materiais nos quais descobre timbres e novas possibilidades para compor, e também, diante da necessidade de um novo som, vai buscá-lo em seu ateliê construindo novos instrumentos.
Os materiais utilizados são diversos, desde os naturais - cabaça, bambu, madeira - como também sucata, utensílios domésticos, garrafas pet e diferentes tubos e outras peças em PVC. Segundo Fernando, o PVC é muito interessante para este trabalho por ser resistente, leve e de fácil manuseio, já os materiais naturais oferecem risco de quebrar ou rachar, sendo o PVC então, uma ótima opção para realizar oficinas educativas com as crianças.
Os instrumentos musicais feitos de PVC podem ser de corda, percussão ou sopro, oferecendo inúmeras possibilidades criativas.
Sardo faz apresentações, shows e oficinas em todo país. Foi idealizador do GEM (Grupo Experimental de Música) e constrói, além dos instrumentos musicais, escultura sonoras gigantes que podem ser conferidas ao vivo e à cores em alguns parques culturais de todo país, como o Sabina Escola Parque do Conhecimento em Santo André.
Outras fontes: www.fernandosardo.com.br e http://www.gem.mus.br/
http://www.fernandosardo.com.br/portugues/
Fernando Sardo Versão Português
CHARLES CHAPLIN - EM BUSCA DO OURO.
The Gold Rush (br: Em busca do ouro – pt: A quimera do ouro) é um filme estadunidense de 1925, do gênero comédia, dirigido, roteirizado e estrelado por Charles Chaplin.
Sinopse
O vagabundo tenta a sorte na corrida de ouro de 1898 no Alasca. Porém, tudo o que ele consegue é arrumar bastante confusão com Jim McKay e se apaixonar pela dançarina Georgia.
Oscar 1943 (EUA)
• Recebeu duas indicações, nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Som - Gravado.
Kinema Junpo Awards 1927 (Japão)• Venceu na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Curiosidades
A dança com os pãezinhos
• O filme reúne algumas das cenas antológicas do cinema, como a da famosa dança dos pãezinhos, ou a que mostra o devaneio do aventureiro "Big Jim" que, alucinado pela fome, vê "Carlitos" metamorfoseado em frango. A mais célebre, porém, é a do cozido das botinas de "Carlitos" onde, com ares de gourmet, o personagem faz dos cordões um delicioso espaguete, das solas um fino e saboroso pássaro de caça, e dos pregos seus ossinhos delicados.
• "Carlitos" e seu companheiro de cena realmente comeram as botinas, feitas de alcaçuz por um confeiteiro especialmente contratado para a tarefa. Perfeccionista, Chaplin fez dezenas de tomadas e mais de vinte pares de botinas saírem do forno, antes de a cena ser aprovada.
• A personagem "Georgia" foi escrita por Chaplin especialmente para sua nova esposa, Lita Grey, que posteriormente teve que desistir da personagem por ter engravidado.
• Há duas versões de The Gold Rush, a primeira de 1925 e a outra de 1942. A versão sem som tem 82 minutos de duração, enquanto a versão sonorisada tem 74 minutos de duração.
• The Gold Rush apenas foi ter trilha sonora em sua versão lançada em 1942.
• Na versão de 1925, o filme termina com um beijo entre Chaplin e Georgia Hale; na versão de 1942 o filme termina com Chaplin dizendo que ela será sua esposa.
• Os 2500 homens que interpretam garimpeiros são, na verdade, vagabundos de rua, que aceitaram participar do filme em troca de um dia de salário.
Em Busca do Ouro- Dança dos Pãezinhos (cena)
Charles Chaplin Em Busca do Ouro 1925 - Filme Completo Legendado
Fonte: http://youtu.be/mnDn6976hZE

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