TERRITÓRIOS DA ARTE

LIVROS DE ARTE PARA BAIXAR EM PDF


O ENSINO DA ARTE NAS SÉRIES INICIAIS DO CICLO I.
Fonte: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ensino_arte_ciclo1.pdf

...até parece de mentira e até parece de verdade.
Só é verdade no mundo de quem gosta
de inventar, como você e eu.
Clarice Lispector

Reconhecendo a importância da Arte na formação e desenvolvimento das crianças e na construção de pessoas sensíveis, confiantes, transformadoras, que se percebam como únicas e valorizem sua forma de ser e perceber, a Secretaria de Estado da Educação, apresenta O Ensino de Arte nas Séries Iniciais – Ciclo I. O livro é uma organização do material e registros de parte do processo de formação dos profissionais de arte no projeto – Ensino de arte nas séries iniciais – que tem como principal foco a orientação e fundamentação de profissionais em uma proposta de educação estética e artística baseada em uma concepção de mundo que se desdobra e que se amplia com questões que integram arte, educação e cultura.É importante ainda destacar que o trabalho aqui registrado entende arte como linguagem e conhecimento. Portanto, fazer arte é, no nosso entender, uma das mais ricas formas de expressão de nossos sentimentos, idéias e pensamentos. “O ensino de arte deve propiciar um espaço favorável às descobertas realizadas pela criança, permitindo assimilá-las, transformá-las e expressá-las de forma natural e prazerosa”. Neste contexto, uma das importantes finalidades deste trabalho é levar o professor a refletir sobre um plano no qual encontre possibilidades de ensinar/aprender arte de modo significativo e competente, pois a responsabilidade primordial do professor do Ciclo I está pautada em favorecer aos alunos, além da produção e leitura dos códigos não verbais, o acesso ao patrimônio histórico e artístico construído pela humanidade, sem perder de vista o cotidiano dos educandos e da comunidade escolar.

ENSINAR A APRENDER ARTE - CICLO II Fonte: http://2.cenpec.org.br/memoria/uploads/F837_073-05-00005%20Ensinar%20e%20Aprender%20-%20Arte.pdf

Apresentação
Caros professoras e professores,
Estamos muito felizes que Estudar e Aprender Arte esteja chegando às escolas.
Nossa intenção foi elaborar um material que considere a Arte como área de conhecimento e que contemple as quatro linguagens propostas para o Ensino Fundamental – artes visuais,dança, música e teatro –, traduzindo alguns de seus principais conceitos, noções e habilidades em situações de ensino e aprendizagem na sala de aula. O material inicia-se com a concepção da área de Arte e a seguir apresenta cinco projetos propostos para os quatro anos finais do Ensino Fundamental. O primeiro – RevelAções – se propõe a ser uma incursão pelas diferentes linguagens da Arte e, ao mesmo tempo, contribui na elaboração de um diagnóstico do universo simbólico de seus alunos. Os outros privilegiam situações de ensino e aprendizagem nas diferentes linguagens – Cores e Formas (artes visuais), Experiência com a Criação Musical (música), Diálogos do Corpo (dança) e Metamorfoses (teatro). Os projetos podem ser desenvolvidos na seqüência que melhor atenda às necessidades de cada professor e sua classe. Três autoras escreveram o texto base dos projetos propostos de acordo com a sua especialidade, o que confere ao material jeitos particulares de traduzir a concepção de cada linguagem em atividades para a sala de aula.Contamos com diferentes interlocutores ao longo de seu processo de elaboração: ATPs e professores de Arte da Secretaria Estadual de Ensino, que durante o processo de formação ajudaram a dar concretude a este material; especialistas das diferentes linguagens artísticas, que deram corpo e consistência a cada projeto; e o CENPEC que, com seus formadores, esteve atento ao tratamento metodológico deste material.
Esta proposta reconhece a função social da escola como espaço onde se adquirem
valores e conhecimentos básicos para a vida na sociedade e, nela, o conhecimento artístico como fundamental, pois desenvolvendo a sensibilidade, a criticidade e o poder de criação, os alunos certamente ampliarão a sua leitura do mundo, na perspectiva de transformá-lo e recriá-lo. Também reconhece que só você, professor, com a sua mediação e por meio da sua coautoria, sua imaginação e sua experiência, poderá fazê-lo chegar à sala de aula. Esperamos que a publicação deste maerial “Ensinar e Aprender Arte” contribua para entusiasmar alunos e professores a percorrer e conhecer um pouco deste instigante universo que é a Arte, que não pode ser negado aos alunos da Escola Pública.

CENPEC
Equipe Currículo e Escola


TEATRO LIVRO – "TEATRO DE FORMAS ANIMADAS" - ANA MARIA AMARAL
Fonte: http://books.google.com.br/books?id=InGKrQSeK1AC&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

LIVRO - "O ator e seus duplos: máscaras, bonecos, objetos" - ANA MARIA AMARAL
Fonte: http://books.google.com.br/books?id=y4bYl1s7urwC&pg=PA1&dq=teatro+de+forma+animada&source=gbs_selected_pages&cad=3%23v=onepage&q&f=false


LIVRO: "Jogos para atores e não-atores" - Augusto Boal
Fonte: http://books.google.com.br/books?id=Q5Pf5quT-W0C&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false


LIVRO: "Jogos dramáticos" - Regina Forneaut Monteiro
Fonte: http://books.google.com.br/books?id=wwlsF_KNlfkC&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

LIVRO: "100 jogos dramáticos" - Maria Clara Machado,Marta Rosman Fonte: http://books.google.com.br/books?id=ScVPCfIVi4IC&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

Livro de 190 Páginas
Ser Criativo
Stephen Nachmanovitch
http://books.google.com.br/books?id=CG8xFQA-kpsC&printsec=frontcover&dq=ser+criativo&ei=p6HlSryvDqCeygTso8zwCw#v=onepage&q=&f=true

HISTÓRIA DA ARTE - GRAÇA PROENÇA http://www.4shared.com/get/7PKvCbFp/Historia_da_Arte_-_Graa_Proena.html

A LINGUAGEM CENOGRÁFICA Nelson José Urssi
http://www.iar.unicamp.br/lab/luz/ld/C%EAnica/Pesquisa/a_linguagem_cenografica.pdf

DOMÍNIO PÚBLICO
Segue, abaixo, o Link do site:
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.do

Escolha o Tipo de Mídia ( Imagem, som, texto ou vídeo)
Depois a Categoria.

ARTE NA ESCOLA – DVDTECA – FICHAS.
http://www.artenaescola.org.br/dvdteca/busca_resultado.php


Boa pesquisa a tod@s!!!!

Resolução SE-13, de 3-3-2011 - Exames, concursos e processos seletivos

Educação
GABINETE DO SECRETÁRIO
Resolução SE-13, de 3-3-2011

Altera o Anexo que integra a Resolução SE-70, de 26-10-2010, que dispõe sobre os perfis profissionais, competências e habilidades requeridos dos educadores da rede pública estadual e os referenciais bibliográficos que fundamentam os exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas.O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, Resolve:
Artigo 1º - Ficam incluídos referenciais bibliográficos no Anexo que integra a Resolução SE nº 70, de 26.10.2010.

OBS: OS REFERENCIAIS BIBLIOGRÁFICOS ESTÃO INCLUÍDOS ABAIXO.

DISCIPLINA ARTE
PROFESSOR PEB-II - ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS (6º AO 9º ANO) E/OU ENSINO
EM.
Bibliografia: Comum a todas as áreas
Livros e Artigos comuns a todas às áreas

Apostila da APEOESP :
http://pt.scribd.com/doc/42935894/apostilapeb2

1. BEAUDOIN, M.-N.; TAYLOR, M. Bullying e desrespeito:como acabar com essa cultura na escola. Porto Alegre: Artmed, 2006. Disponível em:
http://www.webclayton.com/arquivos/altgeral.pdf

2. CASTRO, Maria Helena Guimarães de. Sistemas Nacionais de Avaliação e de Informações Educacionais. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v.14, n. 1, p.121-128, 2000.
http://www.seade.gov.br/produtos/spp/v14n01/v14n01_13.pdf

3. CHRISPINO, Álvaro. Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação. Ensaio: aval.
pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v. 15, n. 54, p. 11-28, jan./mar. 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v15n54/a02v1554.pdf

4. COLL, César et al. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
Disponível em: http://educacadoresemluta.blogspot.com/2009/12/coll-cesar-e-outros-o-construtivismo-na_14.html

5. CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
Disponível em: http://www.webartigos.com/articles/19402/1/A-AUTONOMIA-DE-PROFESSORES-NA-FORMACAO-DE-DOCENTES-DA-EDUCACAO-SUPERIOR/pagina1.html

6. DELORS, Jacques et al. Educação: um tesouro a descobrir.Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000009.pdf

7. EDUCAR PARA CRESCER. Por dentro do IDEB: o que é oÍndice de Desenvolv. da Educação Básica? Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/indicadores/ideb-299357.shtml

8. GATTI, Bernadete Angelina (Coord.). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009.
Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184682por.pdf

9. GOMES, Candido Alberto. A educação em novas perspectivas sociológicas. 4ª ed. rev. e ampl. São Paulo: EPU, 2005. (Temas básicos de educação e ensino).
Disponível em: http://www.recantodasletras.com.br/resenhasdelivros/2688596

10. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento:educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2004. Disponível em:
http://www.conteudoescola.com.br/site/content/view/169/27/

11. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001. Disponível em:
http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2009/08/Documento2.pdf

12. LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002. Disponível em:
http://educacadoresemluta.blogspot.com/2009/12/lerner-delia-ler-e-escrever-na-escola-o_13.html

13. LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.

14. LOPES, Alice Casimiro. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: UERJ, 2008. (Pesquisa em educação).Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302002008100015&script=sci_arttext

15. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. O ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre:Artmed, 2008. Disponível em:
http://educacadoresemluta.blogspot.com/2009/12/marzano-robert-j-pickering-debra-j_13.html

16. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. Disponível em:
http://www.unige.ch/fapse/life/livres/alpha/P/Perrenoud_2000_A.html

17. RIOS, Terezinha Azerêdo. Compreender e Ensinar: por uma docência da melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 2005.

18. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. Disponível em:
http://www.educasul.com.br/2010/Anais/trabalhos_educasul_formacao_de_professores/Solange%20Ap%C2%AA%20de%20O.%20Collares.pdf

19. SAVIANI, Dermeval. História das idéias pedagógicas no Brasil. 3ª ed. Campinas:Autores
Associados, 2010. (Memória da Educação)
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-15742009000100016&script=sci_arttext

20. SARMENTO, Manuel; GOUVEIA, Maria Cristina Soares de (Org.). Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis - Vozes, 2008.

21. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem: práticas de mudança: por uma praxis transformadora. 9. ed. São Paulo: Libertad, 2008.

Documentos comuns a todas às áreas

1. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Fundamental. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/pceb004_98.pdf

2. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Médio - Parecer 15/98. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/pceb015_98.pdf


3. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: documento de apresentação. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/PropostaCurricularGeral_Internet_md.pdf

4. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico; SARESP. São Paulo: SEE, 2009. Disponível em:
http://saresp.fde.sp.gov.br/2009/pdf/Saresp2008_MatrizRefAvaliacao_DocBasico_Completo.pdf

5. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2008. v.1. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL1.pdf

6. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2008. v.2. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL2.pdf

7. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2008. v.3. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL3.pdf

8. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2009. v.1. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL4.pdf

9. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2009. v.2. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL5.pdf

10. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2009. v. 3. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL6.pdf

11. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Programa de qualidade da escola: nota técnica. São Paulo: SE, 2009.
Disponível em: http://idesp.edunet.sp.gov.br/Arquivos/NotaTecnicaPQE2008.pdf

Legislação comum a todas às áreas

1. LEI FEDERAL Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996- Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional - (Alterada pelas Leis nºs 9.475/97; 10.287/01; 10.328/01; 10.639/03;10.709/03; 10.793/03; 11.114/05; 11.183/05; 11.274/06;
Programa “Ler e Escrever”para as Escolas Estaduais de Ensino11.301/06; 11.330/06; 11.331/06; 11.525/07; 11.632/07;
11.645/08; 11.684/08; 11.700/08; 11.741/08; 11.769/08;11.788/08; 12.013/09; 12.014/09; 12.020/09; 12.056/09 e
12.061/09). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm
e http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/Lei_Federal_9394-2009.pdf

2. LEI COMPLEMENTAR N.º 1.078, de 17 de dezembro de 2008 - Institui Bonificação por Resultados – BR, no âmbito da
Secretaria da Educação, e dá providências correlatas. Disponível em:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/Lei_Complementar_no1.078_de_2008.pdf

3. LEI COMPLEMENTAR N.º 1.097, de 27 de outubro de 2009 - Institui o Sistema de Promoção para os integrantes do
Quadro do Magistério na Secretaria da Educação e dá outras providências. Disponível em:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/Lei_Complementar_no1.097_de_2009.pdf

4. DELIBERAÇÃO CEE nº 9/97 e Indicação CEE nº 8/97 - Institui, no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, o Regime de
Progressão Continuada no Ensino Fundamental. Disponível em:
http://www.ceesp.sp.gov.br/Deliberacoes/de_09_97.htm

5. PARECER CEE nº 67/1998 - Normas Regimentais Básicas para as Escolas Estaduais. Disponível em:
http://www.ceesp.sp.gov.br/Pareceres/pa_67_98.htm

6. RESOLUÇÃO SE N.º 92/2009, de 8 de dezembro de 2009. Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do ciclo I
do ensino fundamental das escolas da rede pública estadual. Disponível em: http://siau.edunet.sp.gov.br/ItemLise/arquivos/92_09.HTM

7. INSTRUÇÃO CENP N.º 1/2010, de 11 de janeiro de 2010.Dispõe sobre o processo de recuperação de estudos de alunos do
Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, nas escolasda rede estadual de ensino. Disponível em:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/Instrucao_CENP_01-010.pdf



ARTE
Bibliografia: Arte
Livros e Artigos para Arte

1. ALMEIDA, Berenice; PUCCI, Magda. Outras terras, outros sons. São Paulo: Callis, 2003.
Fonte: http://profleandrolopes.blogspot.com/2010/03/almeida-berenice-e-pucci-magda-outras.html

2. BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2007.
Fonte: http://profleandrolopes.blogspot.com/2010/03/barbosa-ana-mae-inquietacoes-e-mudancas.html

3. BERTHOLT, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo:Perspectiva, 2004.
Fonte: http://profleandrolopes.blogspot.com/2010/03/almeida-berenice-e-pucci-magda-outras.html

4. OLIVEIRA, Marilda Oliveira de (org). Arte, educação e cultura. Santa Maria: UFSM, 2007.

5. OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
Fonte: http://profleandrolopes.blogspot.com/2010/03/ostrower.html

6. PAVIS, Patrice. A análise dos espetáculos. São Paulo:Perspectiva, 2008.
Fonte: http://alinedasilvadiasbarbosa.blogspot.com/2008/05/pavis-patrice-as-condies-da-anliseo.html

7. PILLAR, Analice Dutra (Org.). A educação do olhar no ensino das artes. Porto Alegre: Mediação, 1999.

8. PUPO, Maria Lúcia de Souza Barros. Entre o Mediterrâneo e o Atlântico: uma aventura teatral. São Paulo: Perspectiva,2005.
Fonte: http://www.eca.usp.br/salapreta/PDF06/SP06_024.pdf

9. SALLES, Cecília Almeida. Gesto inacabado: processo de criação artística. São Paulo: Annablume, 2007.
Fonte: http://www.anpap.org.br/anais/2007/2007/artigos/013.pdf

10. SANTAELLA, Lúcia. O que é cultura. In: ______. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003, p. 29-49.

11. SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e ancestralidade: uma proposta pluricultural de dança, arte, educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006.
Fonte: http://www.portalabrace.org/vcongresso/textos/pesquisadanca/Inaicyra%20Falcao%20dos%20Santos%20-%20Corpo%20e%20Ancestralidade%20resignificacao%20de%20uma%20heranca%20cultural.pdf

12. SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. 2. ed. São Paulo: UNESP, 2003.
Fonte: http://www.musimid.mus.br/2_doctos/SONS_VOZES_CORPOS%20Simone%20Luci%20Pereira.pdf

13. SPOLIN, Viola. Jogos teatrais na sala de aula. São Paulo:Perspectiva, 2008.
Fonte: http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0550-1.pdf

Fonte: http://www.docs-finder.com/ouvido-pensante-download-pdf.html

14. VERTAMATTI, Leila Rosa Gonçalves. Ampliando o repertório do coro infanto-juvenil: um estudo de repertório inserido em uma nova estética. São Paulo: UNESP, 2008.
Fonte: http://blog.newsfree.com.br/2008/03/26/leitura-ampliando-o-repertorio-do-coro-infanto-juvenil/

Documentos para Arte
1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Programa Cultura é Currículo. Disponível em: http://culturaecurriculo.fde.sp.gov.br/

2. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Arte para o
Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008.
Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_ART_COMP_red_md_15_01_2010.pdf


Perfis Profissionais e Referenciais Bibliográficos para Exames, Concurso e/ou Processos Seletivos de Educadores PEB I, PEB II, Educação Especial, Educação Escolar Indígena, Diretor de Escola e Supervisor de Ensino. 26 de Outubro de 2010
PERFIL DE ARTE -PÁG 31.
BIBLIOGRAFIA DE ARTE - pÁG 119

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/PEB2011/PerfisProfissionais.pdf

8º ANO - 3º BIMESTRE - VOL 2


A LIBERDADE GUIANDO O POVO


A Liberdade Guiando o Povo, quadro no qual Delacroix mostra a revolta da população parisiense, que, mobilizada pelas idéias liberais, em 1830, sai às ruas para pôr fim ao absolutismo.




A Liberdade Guiando o Povo (em francês: La Liberté guidant le peuple) é uma pintura de Eugène Delacroix em comemoração à Revolução de Julho de 1830, com a queda de Carlos X.. Uma mulher representando a Liberdade guia o povo por cima dos corpos dos derrotados, levando a bandeira tricolor da Revolução francesa em uma mão e brandindo um mosquete com baioneta na outra.[1]

Em 2009, uma versão dessa pintura, na qual a bandeira brasileira substitui a bandeira da França, foi publicada para anunciar extra-oficialmente o Ano da França no Brasil

A Revolução de Julho de 1830, também conhecida pelos Três Gloriosos (em francês Les Trois Glorieuses), é a designação dada aos acontecimentos dos dias 27, 28 e 29 de Julho de 1830, conhecidos como os três dias gloriosos, durante os quais o povo de Paris e as sociedades secretas republicanas, liderados pela burguesia liberal, fizeram uma série de levantamentos contra Carlos X da França, que culminaram na sua abdicação e no fim do período conhecido pela Restauração Francesa. O movimento alastrou por toda a Europa dando origem a uma complexa cadeia de movimentos insurreccionais que ficou conhecido pelas Revoluções de 1830.
Contexto e conseqüências
Durante aqueles dias levantaram-se barricadas na capital francesa e generalizou-se a luta civil. As revoltas populares sucederam-se e alargaram-se a ponto da própria Guarda Nacional as apoiar, aderindo à sedição. Após lutas nas ruas parisienses (as Três Gloriosas), o último rei da Casa de Bourbon teve de partir para o exílio no começo de Agosto. O clima da revolução perpassa pelas páginas de Os Miseráveis, de Victor Hugo.

Temerosa do radicalismo das classes que haviam feito a revolução (pequena burguesia e proletariado urbano), a alta burguesia instalou no poder o primo do rei, Luís Filipe de Orleans, o "Rei Burguês", monarca constitucional e liberal de outro ramo da nobreza francesa. "De agora em diante, os banqueiros reinarão na França", como afirmou Jacques Lafitte, banqueiro e político que participou das manobras para colocar Luís Filipe no trono. Ele tinha razão. Todas as facções da burguesia, como industriais e comerciantes, haviam participado da luta contra o poder real e a velha aristocracia, mas quem assumiu o poder foi apenas uma parcela da burguesia - a do capital financeiro. Apoiado por banqueiros como Casimire Pérere e contando com ministros como Thiers ou Guizot, a Monarquia de Julho vem assim conseguir impor um clima de paz e prosperidade.pt:Revoluções de 1830.
Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_Julho

CLOUD GATE



Anish Kapoor



Um dos símbolos da Chicago moderna, o Cloud Gate, é uma escultura gigantesca de 110 toneladas, feita de aço inox. Foi criada em homenagem às vítimas britânicas de 11 de setembro pelo artista plástico Anish Kapoor, nascido em Bombaim e que vive na Inglaterra. Anish começou a ser conhecido internacionalmente nos anos 80 com seus novos estilos de arte.


Esta escultura atrai visitantes do mundo todo. Sua forma de gota de mercúrio ou "The Bean" como é chamada, e suas cavidades escuras na parte inferior, criam reflexos fantásticos, misteriosos e inusitados, prendendo a atenção das pessoas. Está localizada no Millennium Park em Chicago.

"Cloud Gate" by Anish Kapoor - Chicago



Fonte: http://youtu.be/QbO-LJ-QUNg


OS SETES PECADOS CAPITAIS - BOSCH


Na obra Sete Pecados Capitais, BOSCH Jesus Cristo se encontra no centro do painel, cercado por um largo anel dourado no qual está inscrito em latim: "Cuidado, cuidado, Deus vê". A esfera central tem a aparência de um olho humano, e Cristo estaria dentro da pupila. A imagem remete ao significado do olho de Deus, que tudo vê. No restante, temos a representação de cada um dos sete pecados capitais (avareza, soberba, gula, ira, inveja, preguiça e luxúria) em cenas que poderiam ser vistas no cotidiano de sua região. Nos quatro cantos do painel encontramos círculos, dentro dos quais estão representados: a morte, o juízo final, o inferno e a glória.
O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo.
Os sete pecados capitais são:
1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;
5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.

Os Sete pecados capitaiis
Não se sabe ao certo qual a origem desta obra. Talvez provenha da encomenda de uma ordem monástica da época. Sabe-se apenas que posteriormente passou a compor a coleção (sobre colecionismo, ver Salão de Baile) do rei espanhol Felipe II, juntamente com outras obras do artista.
Bosch escolhia para seus temas moralistas personagens de lendas, provérbios e superstições populares, dando-lhes um aspecto alegórico na representação – como também vemos em A Morte do Avarento. Com isso ele criou uma iconografia fantástica própria, que lhe permitiu abordar desde os pecados humanos até sua terrível conseqüência, o inferno. Bosch demonstrou sua preocupação com o homem, mostrou de forma contundente e sem rodeios sua percepção apocalíptica da condição humana.
Na obra Sete Pecados Capitais, Jesus Cristo se encontra no centro do painel, cercado por um largo anel dourado no qual está inscrito em latim: "Cuidado, cuidado, Deus vê". A esfera central tem a aparência de um olho humano, e Cristo estaria dentro da pupila. A imagem remete ao significado do olho de Deus, que tudo vê. No restante, temos a representação de cada um dos sete pecados capitais (avareza, soberba, gula, ira, inveja, preguiça e luxúria) em cenas que poderiam ser vistas no cotidiano de sua região. Nos quatro cantos do painel encontramos círculos, dentro dos quais estão representados: a morte, o juízo final, o inferno e a glória.
Por optar por representar o tema a partir de situações cotidianas, cumprindo o objetivo educativo e moralista, esta obra prenuncia um gênero artístico surgido tempor depois e amplamento desenvolvido ali, nos Países Baixos: Pintura de Gênero
Em A Mansão de Quelícera, esta obra foi apropriada (ver Apropriação) como tampo da mesa de centro da Biblioteca. Ali o jogador pode acessar pistas diferenciadas sobre sua missão no jogo, conforme o personagem adotado.

Hieronymus BOSCH

Fonte: http://youtu.be/VbrUnAimPhw