TERRITÓRIOS DA ARTE

6º ANO - 4º BIMESTRE - VOL 2

"A VOZ  HUMANA"

A voz humana é produzida pela vibração do ar que é expulso dos pulmões pelo diafragma e que passa pelas pregas vocais e é modificado pela boca, lábios e a língua . A voz é uma característica humana intimamente relacionada com a necessidade do homem de se agrupar e se comunicar. Ela é produto da nossa evolução, um trabalho em conjunto do sistema nervoso, respiratório e digestivo, e de músculos, ligamentos e ossos, harmoniosamente atuando para que se possa obter uma emissão eficiente. É importante sabermos que as pregas vocais (ou cordas vocais), que são dois pares de músculos (formando o tíreo-aritenóideo) que, primordialmente, não foram feitos para o uso da voz. Esta foi uma função na qual a laringe (local onde se encontram as pregas vocais) se especializou. Mas estes músculos foram desenvolvidos, em primeiro lugar para as funções de respiração, alimentação e esficteriana.


A voz está associada à fala, na realização da comunicação verbal, e pode variar quanto à intensidade, altura, inflexão, ressonância, articulação e muitas outras características.

À emissão de uma voz saudável, damos o nome de eufonia. A uma voz doente, ou seja, com alguma de suas características alterada, damos o nome de disfonia. A disfonia pode ser orgânica, funcional ou mista (orgânica-funcional). Ela não é uma doença, mas o sintoma, uma manifestação de um mau funcionamento de um dos sistemas ou estruturas que atuam na produção da voz.

A disfonia pode e deve ser tratada. O profissional habilitado e responsável pela intervenção das disfonias é o fonoaudiólogo, sendo que geralmente este profissional trabalha em conjunto (no caso da voz) com o otorrinolaringologista ou o laringologista. Pode, ainda, trabalhar com o professor de canto.

A voz sofre muita influência de hormônios e de nossas emoções. É comum ouvir pessoas que estão muito tristes ou nervosas, roucas. A rouquidão é um tipo de disfonia.

Nunca devemos esquecer-nos de que falamos para o outro. A comunicação, a linguagem verbal, o uso da voz, isso só tem sentido quando temos o outro e quando nos fazemos entender para este outro. A voz é um recurso importante para esse entendimento. Ela pode dizer quando estamos interessados em alguém, quando estamos cansados, quando estamos tristes, alegres, nervosos, quando acabamos de acordar, quando estamos em um ambiente ruidoso, quando estamos calmos ou quando estamos exercendo uma atividade em que a voz é o diferencial.

A voz é produzida quando o ar expiratório (vindo dos pulmões) passa pelas pregas vocais, e por nosso comando neural, por meio de ajustes musculares, faz pressões de diferentes graus na região abaixo das pregas vocais, fazendo-as vibrarem. Esse mecanismo se assemelha ao balão, quando o secamos apertando sua "boca", provocando um ruído agudo, fruto da vibração da borracha.

Não podemos esquecer que voz é som, e som é igual a onda sonora. O ar expiratório, que fez as pregas vocais vibrarem, vai sendo modificado e os sons vão sendo articulados (vogais e consoantes). Depois, emitidos pela boca, fazem a onda sonora que vai atingir a cóclea do ouvinte. Aí é que a voz é ouvida.

As pregas vocais vibram muito rapidamente. Nos homens, esse número de ciclos vibratórios fica em torno de 125 vezes em 1 segundo. Na mulher, que tem voz, geralmente, mais aguda, o número aumenta para 250 vezes por segundo. A essa característica damos o nome de freqüência. Vale recordar que as pregas vocais do homem têm mais massa e são menos esticadas que as da mulher (como no violão, as cordas mais esticadas são mais agudas e vibram mais que as cordas mais graves. Daí, inclusive, que vem a expressão "pregas vocais").

Obs.: O termo "cordas vocais" está deixando de ser usado, já que quando falamos cordas vocais pensamos que são formados por cordas, o que não é verdade. Em troca deste termo estão adotando o termo de pregas vocais, já que se assemelha mesmo a duas pregas.

Timbre
O timbre da voz humana depende das várias cavidades que vibram em ressonância com as pregas vocais. Aí se incluem as cavidades ósseas, cavidades nasais, a boca, a garganta, a traquéia e os pulmões, bem como a própria laringe.

Frequência
A mais baixa frequência que pode dar a audibilidade a um ser humano é mais ou menos a de 20 hertz (vibrações por segundo), enquanto a mais alta se encontra entre 10 000 e 20 000 hertz, o que depende da idade do ouvinte (quanto mais idoso menores as frequências máximas ouvidas). A frequência comum de um piano é de 40 a 4000 hertz e a da voz humana se encontra entre 60 e 1300 hertz.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voz_humana

Georgia Brown
O recorde de registro (tessitura) de voz mais alta, pertence a Georgia Brown, que possui o registro de exatas 8 oitavas (G2 à G10), o que é mais alto do que qualquer nota de piano.
Georgia Brown (Brasileira nascida em Goiânia - GO) é conhecida pela sua grande extensão vocal e está fora de nosso campo de audição, podendo ser captada apenas por medidores de frequência (junto com Yma Sumac, que emitia notas tão agudas que não eram captados pelo ouvido humano) .
Fonte: http://www.myspace.com/georgiabrownsinger


Fonte: http://youtu.be/7xWpeC83O9c


Fonte: http://youtu.be/mohm987vlos
 
Bobby McFerrin

Bobby McFerrin (New York, 11 de Março de 1950), é um cantor com forte influência de jazz.
Gravou vários clássicos do Jazz e da música erudita, além de outros gêneros. Fez grande sucesso sua canção "Don't Worry, Be Happy", de 1988, ano em que venceu um Grammy.
Nascido no Reino Unido, mas radicado em Nova Iorque, é filho do renomado barítono operístico Robert McFerrin (o primeiro cantor negro de prestígio na ópera). McFerrin trabalhou também com instrumentistas como Chick Corea, Herbie Hancock, Joe Zawinul, Richard Bona e Yo-Yo Ma.
É muito conhecido por sua enorme extensão vocal de quatro oitavas e por sua habilidade de usar a voz para criar efeitos diversos.
Além das performances ao vivo, McFerrin criou álbuns em que é o único músico, cantando e simulando instrumentos. É também capaz de entoar canto difônico -- prática muito comum em países asiáticos como Tuva -- em que o cantor produz intervalos harmônicos e acordes a partir de uma só voz.

"O maior presente de Bobby McFerrin para o seu público pode estar mudando-os de espectadores em celebrantes e transformar uma sala de concertos em um playground, um centro de aldeia, um espaço alegre." - Los Angeles Times
"Assinatura McFerrin do solo zero é puro entusiasmo. Não importa que tipo de música que ele passa a ser realizar. . . ele se lança-lo totalmente, o seu sorriso contagiante desafiando o público a apreciar a performance tanto como ele faz. Basta ouvir e ser movido. "- The New York Times
"Um artista cuja cegueira originalidade definiu-o em um curso que não tem mapas, mas está repleto de possibilidades à espreita em cada curva da estrada. . . "- The Times irlandês
"Um músico digno de respeito, McFerrin também é um artista que desenha o público a ele, e, portanto, o tipo de artista que precisamos desesperadamente. . . "- Seattle Post-Intelligencer
"Seu domínio vocal é tão completa que vê-lo atuar é divertido descarada." - The Tribune Philadelphia
"Sentado sozinho no palco com apenas uma cadeira e um microfone e um copo de água, ele apresentou os sons mais criativo e divertido que eu já ouvi." - Minnesota Pós-Boletim
"Musical da América do xamã-chefe, o homem cuja cura missão parece ser a reacquaint a raça humana com o espírito do jogo sonora infantil que descansa debaixo de toda a música. McFerrin, sozinho na performance, é uma extraordinária pied piper, transformando uma platéia de milhares de pessoas em um corpo musical. . . um dos artistas mais talentosos do nosso tempo "-. Buffalo Notícias
"Um músico totalmente natural com um irresistível sentido de jogo. .. um desempenho virtuoso e absolutamente fascinante que trouxe a casa abaixo ". - O Washington Post
"Uma celebração alegre e contagiante do poder da voz humana, transformando a multidão entusiasmada em parceiros de pleno direito sua jornada rumo ao desconhecido aparente." - The Boston Herald
"A voz fica para a alma de uma pessoa mais do que qualquer outro instrumento. Porque é a voz. Ele canta fala, ele chora, ele ri, ela grita, ela late, ele grita que sussurra, Não há outro instrumento que pode fazer isso. Nós nascemos com ela. "- Bobby McFerrin
Fonte: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://bobbymcferrin.com/&ei=txymToT9E4iSgQf0lqQm&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CDMQ7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DBobby%2BMcFerrin%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4RNRN_pt-BRBR419BR420%26prmd%3Dimvnsol



Fonte: http://youtu.be/WT7q_P9jk5w   

8º ANO - 3º BIMESTRE - VOL 2

A LIBERDADE GUIANDO O POVO




A Liberdade Guiando o Povo, quadro no qual Delacroix mostra a revolta da população parisiense, que, mobilizada pelas idéias liberais, em 1830, sai às ruas para pôr fim ao absolutismo.
A Liberdade Guiando o Povo (em francês: La Liberté guidant le peuple) é uma pintura de Eugène Delacroix em comemoração à Revolução de Julho de 1830, com a queda de Carlos X.. Uma mulher representando a Liberdade guia o povo por cima dos corpos dos derrotados, levando a bandeira tricolor da Revolução francesa em uma mão e brandindo um mosquete com baioneta na outra.
Em 2009, uma versão dessa pintura, na qual a bandeira brasileira substitui a bandeira da França, foi publicada para anunciar extra-oficialmente o Ano da França no Brasil.
A Revolução de Julho de 1830, também conhecida pelos Três Gloriosos (em francês Les Trois Glorieuses), é a designação dada aos acontecimentos dos dias 27, 28 e 29 de Julho de 1830, conhecidos como os três dias gloriosos, durante os quais o povo de Paris e as sociedades secretas republicanas, liderados pela burguesia liberal, fizeram uma série de levantamentos contra Carlos X da França, que culminaram na sua abdicação e no fim do período conhecido pela Restauração Francesa. O movimento alastrou por toda a Europa dando origem a uma complexa cadeia de movimentos insurreccionais que ficou conhecido pelas Revoluções de 1830.

Contexto e conseqüências

Durante aqueles dias levantaram-se barricadas na capital francesa e generalizou-se a luta civil. As revoltas populares sucederam-se e alargaram-se a ponto da própria Guarda Nacional as apoiar, aderindo à sedição. Após lutas nas ruas parisienses (as Três Gloriosas), o último rei da Casa de Bourbon teve de partir para o exílio no começo de Agosto. O clima da revolução perpassa pelas páginas de Os Miseráveis, de Victor Hugo.
Temerosa do radicalismo das classes que haviam feito a revolução (pequena burguesia e proletariado urbano), a alta burguesia instalou no poder o primo do rei, Luís Filipe de Orleans, o "Rei Burguês", monarca constitucional e liberal de outro ramo da nobreza francesa. "De agora em diante, os banqueiros reinarão na França", como afirmou Jacques Lafitte, banqueiro e político que participou das manobras para colocar Luís Filipe no trono. Ele tinha razão. Todas as facções da burguesia, como industriais e comerciantes, haviam participado da luta contra o poder real e a velha aristocracia, mas quem assumiu o poder foi apenas uma parcela da burguesia - a do capital financeiro. Apoiado por banqueiros como Casimire Pérere e contando com ministros como Thiers ou Guizot, a Monarquia de Julho vem assim conseguir impor um clima de paz e prosperidade.pt:Revoluções de 1830.

Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_Julho


CLOUD GATE
Anish Kappor





Um dos símbolos da Chicago moderna, o Cloud Gate, é uma escultura gigantesca de 110 toneladas, feita de aço inox. Foi criada em homenagem às vítimas britânicas de 11 de setembro pelo artista plástico Anish Kapoor, nascido em Bombaim e que vive na Inglaterra. Anish começou a ser conhecido internacionalmente nos anos 80 com seus novos estilos de arte.Esta escultura atrai visitantes do mundo todo. Sua forma de gota de mercúrio ou "The Bean" como é chamada, e suas cavidades escuras na parte inferior, criam reflexos fantásticos, misteriosos e inusitados, prendendo a atenção das pessoas. Está localizada no Millennium Park em Chicago.



"Cloud Gate" by Anish Kapoor - Chicago







Fonte: http://youtu.be/QbO-LJ-QUNg

OS SETES PECADOS CAPITAIS - BOSCH





Na obra Sete Pecados Capitais, BOSCH Jesus Cristo se encontra no centro do painel, cercado por um largo anel dourado no qual está inscrito em latim: "Cuidado, cuidado, Deus vê". A esfera central tem a aparência de um olho humano, e Cristo estaria dentro da pupila. A imagem remete ao significado do olho de Deus, que tudo vê. No restante, temos a representação de cada um dos sete pecados capitais (avareza, soberba, gula, ira, inveja, preguiça e luxúria) em cenas que poderiam ser vistas no cotidiano de sua região. Nos quatro cantos do painel encontramos círculos, dentro dos quais estão representados: a morte, o juízo final, o inferno e a glória.
O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo.
Os sete pecados capitais são:
1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;
5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.
Os Sete pecados capitaiis
Não se sabe ao certo qual a origem desta obra. Talvez provenha da encomenda de uma ordem monástica da época. Sabe-se apenas que posteriormente passou a compor a coleção (sobre colecionismo, ver Salão de Baile) do rei espanhol Felipe II, juntamente com outras obras do artista.
Bosch escolhia para seus temas moralistas personagens de lendas, provérbios e superstições populares, dando-lhes um aspecto alegórico na representação – como também vemos em A Morte do Avarento. Com isso ele criou uma iconografia fantástica própria, que lhe permitiu abordar desde os pecados humanos até sua terrível conseqüência, o inferno. Bosch demonstrou sua preocupação com o homem, mostrou de forma contundente e sem rodeios sua percepção apocalíptica da condição humana.
Na obra Sete Pecados Capitais, Jesus Cristo se encontra no centro do painel, cercado por um largo anel dourado no qual está inscrito em latim: "Cuidado, cuidado, Deus vê". A esfera central tem a aparência de um olho humano, e Cristo estaria dentro da pupila. A imagem remete ao significado do olho de Deus, que tudo vê. No restante, temos a representação de cada um dos sete pecados capitais (avareza, soberba, gula, ira, inveja, preguiça e luxúria) em cenas que poderiam ser vistas no cotidiano de sua região. Nos quatro cantos do painel encontramos círculos, dentro dos quais estão representados: a morte, o juízo final, o inferno e a glória.
Por optar por representar o tema a partir de situações cotidianas, cumprindo o objetivo educativo e moralista, esta obra prenuncia um gênero artístico surgido tempor depois e amplamento desenvolvido ali, nos Países Baixos: Pintura de Gênero
Em A Mansão de Quelícera, esta obra foi apropriada (ver Apropriação) como tampo da mesa de centro da Biblioteca. Ali o jogador pode acessar pistas diferenciadas sobre sua missão no jogo, conforme o personagem adotado.

Hieronymus BOSCH


Fonte: http://youtu.be/VbrUnAimPhw


2ª SÉRIE EM - 3º BIMESTRE - VOL 2

JINGLE

Jingle é uma mensagem publicitária musicada e elaborada com um refrão simples e de curta duração, a fim de ser lembrado com facilidade. É uma música feita exclusivamente para um produto ou empresa.
Um jingle é um slogan memorável, feito com uma melodia cativante, transmitido em rádio e, algumas vezes, em comerciais de televisão. Um jingle eficiente é feito para "prender" na memória das pessoas. Por isso é tão comum que as pessoas lembrem de jingles que não são mais transmitidos há décadas.
O primeiro jingle foi produzido en 1926, nos EUA, para um cereal matinal chamado Wheaties, cujo slogan principal é "Para um café da manhã de campeões".

OS 6 MAIORES JINGLES DA TV



http://youtu.be/ykbBwejqhMg

O auge do jingle foi na década de 50, nos EUA, no boom econômico. Era usado em diversos produtos, como cereais matinais, doces, tabaco, bebidas alcoólicas, carros e produtos de higiene pessoal.
Um dos mais famosos foi Miguel Gustavo, que compôs o conhecido jingle de uma marca de leite (Tenha no seu lar), da década de 1960, e ainda o Pra frente, Brasil!, música-tema da Copa do Mundo de 1970.

COPA DO MUNDO 1970 - PRA FRENTE BRASIL

Fonte: http://youtu.be/r1H2goWC6ug

Um exemplo de bom “jinglista” atual é Helio Ziskind, que, além de compor boa parte das músicas da programação da TV Cultura, foi responsável pelo tema que nos acordava de manhã com o caminhão de gás de botijão azul e, mais recentemente, pelo jingle de um xampu infantil para cabelos encaracolados (Chuá, chuá).
Aí vai o jingle:

“Ó” o cachinho

Toin toin
Eu nasci com cabelo enroladinho
Um monte de cachinho na cachola, oi toin

Oi toin toin toin
A água do chuvero cai na cabelera
Cachoeira vem me molhar
Chuá chuá

Gostoso pra chu chu
Chuá chuá
Oh yeah

Banho de cabelo cacheado
Sempre tem um cafuné
Toin toin toin toin toi, hoy


Fonte: http://youtu.be/0elH9pXg1BU

É necessário estabelecer uma diferença entre os jingles e as peças publicitárias que usam música de fundo com locução. Muitas vezes, essas músicas fazem parte do gosto popular e servem de “pano de fundo” para as informações ditas pelo locutor. Os jingles necessariamente têm um texto que é cantado.

1ª SÉRIE EM - 3º BIMESTRE - VOL 2

Grupo Les Souffleurs ("os sopradores", em tradução livre)



Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece…
(Fernando Pessoa)


Os sons mais característicos do mundo atual são, de fato, barulho, ruído.
Esta inquietude em face do que ouvimos está cada vez mais forte e inspira a arte contemporânea através de propostas que incorporam ao sentido da visão a experiência auditiva. Não raro, essas experiências remetem aos dos sons da cidade, à velocidade, à dificuldade de comunicação, à superposição de vozes, ao grito… ao incômodo.
A arte nos diz: o som é uma dimensão que já não sabemos habitar. A ausência de som, nossa utopia.
Há quem diga que os novos sinais de riqueza se mostram através da posse do tempo, do espaço e do silêncio. Os sons nos empobrecem?
Ainda temos a música e a palavra (bem) falada.
A palavra ao ouvido – o sussurro – é a nossa escolha. Gostamos deste espaço intermediário entre o som e o silêncio, onde estes extremos se tocam.
Inspiramo-nos no grupo performático francês Les Souffleus (literalmente, Os Sopradores), que realiza intervenções em várias cidades do mundo sussurrando fragmentos de textos poéticos e filosóficos no ouvido das pessoas, numa tentativa de desaceleração do mundo.
“Comandos Poéticos” é a performance mais famosa dos Les Souffleurs e foi apresentada na cidade de São Paulo, na Virada Cultural de 2009, quando sussurraram poesia em praças e bibliotecas.
Como o grupo Les Souffleus, usamos um tubo para sussurrar os textos. Optamos por reaproveitar tubos de papel que, na nossa proposta, se tornam um objeto lúdico, belo e que recupera o gosto das brincadeiras simples de antigamente.
Propomos-nos a usar a poesia como delicado presente, que se leva da boca ao ouvido. Começaremos pelas crianças, elas que estão sempre mais atentas e abertas. Queremos brincar de, por um instante, silenciar o mundo como um poema. E que elas sigam com a idéia.
Aos poucos, vamos incluindo outras gentes que se disponham a interromper a tagarelice do mundo com segundos de poesia. Fonte: http://coisario.wordpress.com/2009/12/08/tarde-poetica-manifesto-dos-sussurradores-de-poesia/
Susurros Poeticos - Les souffleurs - Hommage



Fonte: http://youtu.be/I2xUgXARUB0



9º ANO - 3º BIMESTRE - VOL 2

Irmãos Campana
Os Irmãos Campana (Humberto Campana, Rio Claro, 17 de março de 1953, e Fernando Campana, Brotas, 19 de maio de 1961) são respectivamente, formado em Direito pela Universidade de São Paulo, e seu irmão em Arquitetura pelo Unicentro Belas Artes de São Paulo.
Hoje possuem um reconhecimento internacional por seus trabalhos de Design-Arte. Onde, a partir de elementos do cotidiano ou simplesmente produtos sem nenhum valor, são transformados em peças de caráter extremamente artísticos, com uma linguagem única e de uso possível.
Profissionais que despertam o interesse internacional, são os uns dos poucos brasileiros com peças no acervo do MoMA, em Nova Iorque.
http://www.vemprabrotas.com.br/pcastro5/campanas/campanas.htm
Entrevista com os irmãos Campana



http://youtu.be/LoRtvbznH-8

Jum Nakao.

Jum Nakao (São Paulo, 1966) é um estilista brasileiro.
Estudou engenharia eletrônica e artes plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). A formação em moda veio em cursos no CIT (Centro Industrial Têxtil), onde aprendeu com professores como Marie Ruckie, Vera Lígia e Alba Noschese
JUM NAKAO - PROCESSO DE CRIAÇÃO
http://youtu.be/TuikQFWy3U0

Jum Nakao Desfile


http://youtu.be/iEuTgRiOKzQ

Memória Afetiva de Um Amor Esquecido é baseado em filme
Os Dezequilibrados. Memória afetiva de um amor esquecido, 2008. Direção: Ivan Sugahara. Dramaturgia: Rosyane Trotta. Elenco:
Ângela Câmara, Cristina Flores, José Karini e Saulo Rodrigues. Participação em vídeo: Letícia Isnard.
O espetáculo Memória Afetiva de Um Amor Esquecido é a primeira peça a ter os ingressos esgotados. Baseado no filme "Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças", discute a superficialidade e a futilidade das relações deste nosso estranho mundo pós-moderno, no qual as pessoas sentem medo de se envolverem e de sofrerem, buscando apenas o prazer nos relacionamentos, o fugaz, o momentâneo.
O texto conta a história de um jovem que, deprimido por não conseguir suportar o rompimento de uma relação amorosa, procura uma clínica especializada em soluções instantâneas, para apagar da memória sua ex-namorada. O grupo radicaliza a mistura das linguagens teatral e cinematográfica e explora as possibilidades de espaços alternativos, visando a recolocação espacial da cena e repensando a posição do público através da proximidade e interatividade com o mesmo. O espetáculo foi indicado ao Prêmio Shell de melhor direção e atriz (Cristina Flores) em 2008.

Trailler - Memória Afetiva de um Amor Esquecido.


http://youtu.be/_IxOEvIs5ck

SIN SANGRE
Sin Sangre é um drama chileno

O espetáculo Sin Sangre funde as linguagens do teatro e do cinema para contar uma emocionante história humana sobre a reconstrução da memória e o perdão, em que a vingança se encaminha para o amor e a guerra pede paz. A tranquilidade de Mato Rujo é interrompida pela chegada de três homens armados, que cercam a casa de Manuel Roca e o ameaçam.
Encurralado, ele esconde sua filha pequena embaixo das tábuas do piso. Manuel e seu filho de 12 anos são assassinados pelos pistoleiros, que buscam justiça por meio da vingança. O pistoleiro mais jovem encontra a menina escondida, mas é incapaz de delatar-la e vai embora. Cinquenta anos depois, a menina encontra o pistoleiro. Ele sabe que chegou a sua hora.
Na montagem Sin Sangre, usam projeções de vídeo digital que ambientam os atores e interagem com eles. A história, de uma criança que é poupada da morte quando sua família é assassinada e que, já adulta, vai ao encontro do homem que a salvou, é do livro homônimo do italiano Alessandro Baricco. "No começo custou para adquirir esse ritmo, sintetizar o gesto. Mas depois começamos a compreender a pulsação da obra e tudo se tornou fluido. Descobrimos como navegar em nosso ofício sem perder o equilíbrio", diz Zagal.
Segundo o crítico Pedro Labra, o desafio da companhia, quando tenta fundir a linguagem de teatro e a de cinema para contar uma história, está em manter a intensidade emocional sem usar os primeiros planos, tão comuns na tela. "Sem a aproximação visual que o cinema demanda, sempre há o risco de esfriamento." Para Zagal, entretanto, tal estranhamento pode ser considerado uma resistência ao novo. "Narramos uma história com ferramentas novas, não nos interessa seguir pelo caminho já deixado. Jamais atuei da forma como essa obra hoje me pede", diz. E Zagal não está só em sua defesa. A peça, que poderá ser vista em Curitiba e São Paulo em março, já ganhou a plateia de diversos países, como Coreia e Bélgica, bem como a admiração do diretor do festival de Edimburgo, Jonathan Mills. Ele foi ao Chile vê-la e se tornou um dos coprodutores da próxima obra da companhia, que será a segunda etapa da trilogia iniciada com Sin Sangre, prevista para estrear em 2010 no próprio festival escocês. "Sin Sangre não tem humor, é uma tragédia. Já esta segunda buscará a energia do estar vivo, do 'quem sou eu no presente' ", adianta Zagal. "Desta vez trabalharemos para ver o público saindo do teatro com um sorriso nos lábios, e uma pequena lágrima de emoção."

Sin sangre. Temporada Alta 2010


FONTE; http://youtu.be/1OiHr54xygE

Dogville é um filme lançado em 2003 e dirigido por Lars von Trier, estrelando Nicole Kidman e Paul Bettany entre outros. Este filme faz parte da trilogia "E.U.A. Terra de Oportunidades" tendo como sequência Manderlay (2005) e Washington (planejado inicialmente para 2007, atualmente sem data prevista).Trata-se de uma co-produção dos países Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Reino Unido, França, Alemanha e Países Baixos.O filme é dividido em 10 partes - cada uma com créditos e uma introdução narrada -, sendo 1 prólogo e 9 capítulos. A trama acontece em um único local, uma cidade pequena dos Estados Unidos chamada "Dogville", situada no fim de uma estrada que vai até as Montanhas Rochosas, na época da grande depressão estadunidense.
O filme começa com uma tomada de cima para baixo, onde pode-se ver o desenho da cidade (com as marcações dos espaços das casas desenhados no chão). Essas tomadas perpendiculares repetir-se-ão em diversas cenas, sendo marcos importantes da narrativa. O narrador vai então apresentando os personagens um por um ("todos têm pequenos defeitos facilmente perdoáveis") e contando suas histórias.Entre os moradores de Dogville, o personagem principal é Thomas Edison Jr., um escritor que para protelar o dia em que terá que começar a escrever seu livro se ocupa em pregar sermões a toda a comunidade sobre rearmamento moral. Ele está procurando um exemplo para servir de ilustração às suas teorias e assim comprovar que os moradores não são capazes de aceitar novas situações, quando é interrompido por barulhos de tiros a distância.Nesse momento entra Grace, uma bela jovem com um vestido que denota sua origem de família rica. Ela diz a Tom que está fugindo de um gângster e Tom, percebendo nela o exemplo perfeito para sua palestra, lhe dá cobertura. Os moradores de Dogville a princípio recusam-se a aceitá-la, e Tom propõe que dêem a Grace um prazo de duas semanas, para então decidirem sua sorte. Grace, em compensação, deve ajudá-los em tarefas cotidianas. Apesar de não admitirem, eles jamais dão coisa alguma, não há generosidade ou aceitação: há um sistema de trocas e é esse sistema de compensações (o quid pro quo) que, aliado à personalidade de perdoar de Grace (seu altruísmo), anuncia a tragédia. Os moradores relutam até mesmo em aceitar a ajuda de Grace, mas acabam aceitando e Grace rapidamente começa a passar seus dias ocupada em fazer pequenas coisas que "não são necessárias", mas que os moradores "generosamente permitem" que ela faça. E assim passam-se as semanas, os moradores aceitam que Grace fique na vila, como mais um favor que ela ficará devendo a eles. Tom confessa a Grace que gosta dela e é correspondido, mas ele não assume publicamente seu amor perante Dogville, mantendo o romance deles secreto e mantendo Grace na condição de estrangeira. A aparente tranqüilidade da situação começa a mudar no dia da Independência, quando a cidadezinha recebe a visita da polícia, que afixa um cartaz onde Grace é apontada como procurada. Os moradores de Dogville consideram ainda maior a dívida de Grace com eles, fazendo cada vez mais exigências, que diante da permissividade e comportamento passivo de Grace, rapidamente transformam-se em abusos. Uma cena forte do filme é quando Chuck a estupra, como "pagamento" para que ele não a denunciasse às autoridades. Aqui a função do cenário vazio é clara: a ausência de paredes dá a nítida percepção de que todos sabem o que se passa, mas fingem não ver. A comunicação também não parece ser possível para os moradores de Dogville. O que eles falam passa longe de significar o que realmente querem dizer. Quando questionados são evasivos, mudam de assunto ou simplesmente respondem outra coisa. Chuck fala de colheita de maçãs quando está querendo abusar sexualmente de Grace, e Ma Ginger reprime-a quando ela passa entre os arbustos, com argumentos que simplesmente não correspondem àquilo que ela diz. Desse ponto em diante a constante dívida de Grace com a comunidade só cresce e ela torna-se uma escrava não só de trabalho físico como sexual. Em pouco tempo a tratam como uma escrava, que puxa um arado, e ainda sofre abusos sexuais. Somente Tom, sem capacidade de tomar qualquer atitude, não a viola. E é após ela o rejeitar, que ele decide dar um basta nessa pequena metáfora ilustrativa que ela representa, chamando o gângster que a procurava. Nesse momento revela-se que Grace não está sendo ameaçada por eles, mas é a filha do chefe maior. Quando Grace entra no carro o diretor vai preparando a platéia para a ideia de que haverá um massacre. O final catártico faz com que Dogville apresente uma estrutura narrativa herdeira das tragédias gregas, onde a platéia era levada a uma situação de tensão insuportável e liberava a adrenalina contida no final trágico. Desde sempre, quase toda obra de arte é, em última instância, um retrato do ser humano. Lars von Trier faz um retrato de pessoas cruéis, mesquinhas, egoístas e arrogantes. Tom é um covarde, incapaz de assumir responsabilidade alguma (o drama de Grace começa no dia da Independência, quando ele não assume o romance com ela). Os habitantes da vila são sers humanos que se comportam de forma instintiva, guiados pelas suas necessidades físicas e seus próprios interesses. Grace jamais foi cativa ou submissa, nunca sentiu real misericórdia e sim desprezo. Se ela realmente quisesse, poderia simplesmente ir embora. Os verdadeiros prisioneiros são os moradores.
Dogville é a antítese do bom selvagem de Rousseau.
Nos Estados Unidos muitos espectadores sentiram-se ofendidos, acusando Lars von Trier de antiamericano. O fato de ele jamais ter visitado os Estados Unidos e de fotografias do período da depressão e de pessoas miseráveis estadunidenses serem usadas durante os créditos finais, ao som da música Young Americans de David Bowie, não depuseram a seu favor.
Mas Dogville poderia ser uma cidade em qualquer lugar, em qualquer época.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dogville

Cenas de "DOGVILLE" (2003, dir. Lars von Trier)
Fonte: http://youtu.be/klTPPI_Xprg

LIVROS DE ARTE PARA BAIXAR EM PDF


O ENSINO DA ARTE NAS SÉRIES INICIAIS DO CICLO I.
Fonte: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ensino_arte_ciclo1.pdf

...até parece de mentira e até parece de verdade.
Só é verdade no mundo de quem gosta
de inventar, como você e eu.
Clarice Lispector

Reconhecendo a importância da Arte na formação e desenvolvimento das crianças e na construção de pessoas sensíveis, confiantes, transformadoras, que se percebam como únicas e valorizem sua forma de ser e perceber, a Secretaria de Estado da Educação, apresenta O Ensino de Arte nas Séries Iniciais – Ciclo I. O livro é uma organização do material e registros de parte do processo de formação dos profissionais de arte no projeto – Ensino de arte nas séries iniciais – que tem como principal foco a orientação e fundamentação de profissionais em uma proposta de educação estética e artística baseada em uma concepção de mundo que se desdobra e que se amplia com questões que integram arte, educação e cultura.É importante ainda destacar que o trabalho aqui registrado entende arte como linguagem e conhecimento. Portanto, fazer arte é, no nosso entender, uma das mais ricas formas de expressão de nossos sentimentos, idéias e pensamentos. “O ensino de arte deve propiciar um espaço favorável às descobertas realizadas pela criança, permitindo assimilá-las, transformá-las e expressá-las de forma natural e prazerosa”. Neste contexto, uma das importantes finalidades deste trabalho é levar o professor a refletir sobre um plano no qual encontre possibilidades de ensinar/aprender arte de modo significativo e competente, pois a responsabilidade primordial do professor do Ciclo I está pautada em favorecer aos alunos, além da produção e leitura dos códigos não verbais, o acesso ao patrimônio histórico e artístico construído pela humanidade, sem perder de vista o cotidiano dos educandos e da comunidade escolar.

ENSINAR A APRENDER ARTE - CICLO II Fonte: http://2.cenpec.org.br/memoria/uploads/F837_073-05-00005%20Ensinar%20e%20Aprender%20-%20Arte.pdf

Apresentação
Caros professoras e professores,
Estamos muito felizes que Estudar e Aprender Arte esteja chegando às escolas.
Nossa intenção foi elaborar um material que considere a Arte como área de conhecimento e que contemple as quatro linguagens propostas para o Ensino Fundamental – artes visuais,dança, música e teatro –, traduzindo alguns de seus principais conceitos, noções e habilidades em situações de ensino e aprendizagem na sala de aula. O material inicia-se com a concepção da área de Arte e a seguir apresenta cinco projetos propostos para os quatro anos finais do Ensino Fundamental. O primeiro – RevelAções – se propõe a ser uma incursão pelas diferentes linguagens da Arte e, ao mesmo tempo, contribui na elaboração de um diagnóstico do universo simbólico de seus alunos. Os outros privilegiam situações de ensino e aprendizagem nas diferentes linguagens – Cores e Formas (artes visuais), Experiência com a Criação Musical (música), Diálogos do Corpo (dança) e Metamorfoses (teatro). Os projetos podem ser desenvolvidos na seqüência que melhor atenda às necessidades de cada professor e sua classe. Três autoras escreveram o texto base dos projetos propostos de acordo com a sua especialidade, o que confere ao material jeitos particulares de traduzir a concepção de cada linguagem em atividades para a sala de aula.Contamos com diferentes interlocutores ao longo de seu processo de elaboração: ATPs e professores de Arte da Secretaria Estadual de Ensino, que durante o processo de formação ajudaram a dar concretude a este material; especialistas das diferentes linguagens artísticas, que deram corpo e consistência a cada projeto; e o CENPEC que, com seus formadores, esteve atento ao tratamento metodológico deste material.
Esta proposta reconhece a função social da escola como espaço onde se adquirem
valores e conhecimentos básicos para a vida na sociedade e, nela, o conhecimento artístico como fundamental, pois desenvolvendo a sensibilidade, a criticidade e o poder de criação, os alunos certamente ampliarão a sua leitura do mundo, na perspectiva de transformá-lo e recriá-lo. Também reconhece que só você, professor, com a sua mediação e por meio da sua coautoria, sua imaginação e sua experiência, poderá fazê-lo chegar à sala de aula. Esperamos que a publicação deste maerial “Ensinar e Aprender Arte” contribua para entusiasmar alunos e professores a percorrer e conhecer um pouco deste instigante universo que é a Arte, que não pode ser negado aos alunos da Escola Pública.

CENPEC
Equipe Currículo e Escola


TEATRO LIVRO – "TEATRO DE FORMAS ANIMADAS" - ANA MARIA AMARAL
Fonte: http://books.google.com.br/books?id=InGKrQSeK1AC&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

LIVRO - "O ator e seus duplos: máscaras, bonecos, objetos" - ANA MARIA AMARAL
Fonte: http://books.google.com.br/books?id=y4bYl1s7urwC&pg=PA1&dq=teatro+de+forma+animada&source=gbs_selected_pages&cad=3%23v=onepage&q&f=false


LIVRO: "Jogos para atores e não-atores" - Augusto Boal
Fonte: http://books.google.com.br/books?id=Q5Pf5quT-W0C&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false


LIVRO: "Jogos dramáticos" - Regina Forneaut Monteiro
Fonte: http://books.google.com.br/books?id=wwlsF_KNlfkC&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

LIVRO: "100 jogos dramáticos" - Maria Clara Machado,Marta Rosman Fonte: http://books.google.com.br/books?id=ScVPCfIVi4IC&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

Livro de 190 Páginas
Ser Criativo
Stephen Nachmanovitch
http://books.google.com.br/books?id=CG8xFQA-kpsC&printsec=frontcover&dq=ser+criativo&ei=p6HlSryvDqCeygTso8zwCw#v=onepage&q=&f=true

HISTÓRIA DA ARTE - GRAÇA PROENÇA http://www.4shared.com/get/7PKvCbFp/Historia_da_Arte_-_Graa_Proena.html

A LINGUAGEM CENOGRÁFICA Nelson José Urssi
http://www.iar.unicamp.br/lab/luz/ld/C%EAnica/Pesquisa/a_linguagem_cenografica.pdf

DOMÍNIO PÚBLICO
Segue, abaixo, o Link do site:
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.do

Escolha o Tipo de Mídia ( Imagem, som, texto ou vídeo)
Depois a Categoria.

ARTE NA ESCOLA – DVDTECA – FICHAS.
http://www.artenaescola.org.br/dvdteca/busca_resultado.php


Boa pesquisa a tod@s!!!!

Resolução SE-13, de 3-3-2011 - Exames, concursos e processos seletivos

Educação
GABINETE DO SECRETÁRIO
Resolução SE-13, de 3-3-2011

Altera o Anexo que integra a Resolução SE-70, de 26-10-2010, que dispõe sobre os perfis profissionais, competências e habilidades requeridos dos educadores da rede pública estadual e os referenciais bibliográficos que fundamentam os exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas.O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, Resolve:
Artigo 1º - Ficam incluídos referenciais bibliográficos no Anexo que integra a Resolução SE nº 70, de 26.10.2010.

OBS: OS REFERENCIAIS BIBLIOGRÁFICOS ESTÃO INCLUÍDOS ABAIXO.

DISCIPLINA ARTE
PROFESSOR PEB-II - ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS (6º AO 9º ANO) E/OU ENSINO
EM.
Bibliografia: Comum a todas as áreas
Livros e Artigos comuns a todas às áreas

Apostila da APEOESP :
http://pt.scribd.com/doc/42935894/apostilapeb2

1. BEAUDOIN, M.-N.; TAYLOR, M. Bullying e desrespeito:como acabar com essa cultura na escola. Porto Alegre: Artmed, 2006. Disponível em:
http://www.webclayton.com/arquivos/altgeral.pdf

2. CASTRO, Maria Helena Guimarães de. Sistemas Nacionais de Avaliação e de Informações Educacionais. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v.14, n. 1, p.121-128, 2000.
http://www.seade.gov.br/produtos/spp/v14n01/v14n01_13.pdf

3. CHRISPINO, Álvaro. Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação. Ensaio: aval.
pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v. 15, n. 54, p. 11-28, jan./mar. 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v15n54/a02v1554.pdf

4. COLL, César et al. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
Disponível em: http://educacadoresemluta.blogspot.com/2009/12/coll-cesar-e-outros-o-construtivismo-na_14.html

5. CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
Disponível em: http://www.webartigos.com/articles/19402/1/A-AUTONOMIA-DE-PROFESSORES-NA-FORMACAO-DE-DOCENTES-DA-EDUCACAO-SUPERIOR/pagina1.html

6. DELORS, Jacques et al. Educação: um tesouro a descobrir.Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000009.pdf

7. EDUCAR PARA CRESCER. Por dentro do IDEB: o que é oÍndice de Desenvolv. da Educação Básica? Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/indicadores/ideb-299357.shtml

8. GATTI, Bernadete Angelina (Coord.). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009.
Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184682por.pdf

9. GOMES, Candido Alberto. A educação em novas perspectivas sociológicas. 4ª ed. rev. e ampl. São Paulo: EPU, 2005. (Temas básicos de educação e ensino).
Disponível em: http://www.recantodasletras.com.br/resenhasdelivros/2688596

10. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento:educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2004. Disponível em:
http://www.conteudoescola.com.br/site/content/view/169/27/

11. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001. Disponível em:
http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2009/08/Documento2.pdf

12. LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002. Disponível em:
http://educacadoresemluta.blogspot.com/2009/12/lerner-delia-ler-e-escrever-na-escola-o_13.html

13. LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.

14. LOPES, Alice Casimiro. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: UERJ, 2008. (Pesquisa em educação).Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302002008100015&script=sci_arttext

15. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. O ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre:Artmed, 2008. Disponível em:
http://educacadoresemluta.blogspot.com/2009/12/marzano-robert-j-pickering-debra-j_13.html

16. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. Disponível em:
http://www.unige.ch/fapse/life/livres/alpha/P/Perrenoud_2000_A.html

17. RIOS, Terezinha Azerêdo. Compreender e Ensinar: por uma docência da melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 2005.

18. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. Disponível em:
http://www.educasul.com.br/2010/Anais/trabalhos_educasul_formacao_de_professores/Solange%20Ap%C2%AA%20de%20O.%20Collares.pdf

19. SAVIANI, Dermeval. História das idéias pedagógicas no Brasil. 3ª ed. Campinas:Autores
Associados, 2010. (Memória da Educação)
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-15742009000100016&script=sci_arttext

20. SARMENTO, Manuel; GOUVEIA, Maria Cristina Soares de (Org.). Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis - Vozes, 2008.

21. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem: práticas de mudança: por uma praxis transformadora. 9. ed. São Paulo: Libertad, 2008.

Documentos comuns a todas às áreas

1. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Fundamental. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/pceb004_98.pdf

2. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Médio - Parecer 15/98. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/pceb015_98.pdf


3. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: documento de apresentação. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/PropostaCurricularGeral_Internet_md.pdf

4. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico; SARESP. São Paulo: SEE, 2009. Disponível em:
http://saresp.fde.sp.gov.br/2009/pdf/Saresp2008_MatrizRefAvaliacao_DocBasico_Completo.pdf

5. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2008. v.1. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL1.pdf

6. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2008. v.2. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL2.pdf

7. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2008. v.3. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL3.pdf

8. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2009. v.1. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL4.pdf

9. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2009. v.2. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL5.pdf

10. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do currículo na escola: Caderno do Gestor. São Paulo: SE, 2009. v. 3. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL6.pdf

11. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Programa de qualidade da escola: nota técnica. São Paulo: SE, 2009.
Disponível em: http://idesp.edunet.sp.gov.br/Arquivos/NotaTecnicaPQE2008.pdf

Legislação comum a todas às áreas

1. LEI FEDERAL Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996- Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional - (Alterada pelas Leis nºs 9.475/97; 10.287/01; 10.328/01; 10.639/03;10.709/03; 10.793/03; 11.114/05; 11.183/05; 11.274/06;
Programa “Ler e Escrever”para as Escolas Estaduais de Ensino11.301/06; 11.330/06; 11.331/06; 11.525/07; 11.632/07;
11.645/08; 11.684/08; 11.700/08; 11.741/08; 11.769/08;11.788/08; 12.013/09; 12.014/09; 12.020/09; 12.056/09 e
12.061/09). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm
e http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/Lei_Federal_9394-2009.pdf

2. LEI COMPLEMENTAR N.º 1.078, de 17 de dezembro de 2008 - Institui Bonificação por Resultados – BR, no âmbito da
Secretaria da Educação, e dá providências correlatas. Disponível em:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/Lei_Complementar_no1.078_de_2008.pdf

3. LEI COMPLEMENTAR N.º 1.097, de 27 de outubro de 2009 - Institui o Sistema de Promoção para os integrantes do
Quadro do Magistério na Secretaria da Educação e dá outras providências. Disponível em:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/Lei_Complementar_no1.097_de_2009.pdf

4. DELIBERAÇÃO CEE nº 9/97 e Indicação CEE nº 8/97 - Institui, no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, o Regime de
Progressão Continuada no Ensino Fundamental. Disponível em:
http://www.ceesp.sp.gov.br/Deliberacoes/de_09_97.htm

5. PARECER CEE nº 67/1998 - Normas Regimentais Básicas para as Escolas Estaduais. Disponível em:
http://www.ceesp.sp.gov.br/Pareceres/pa_67_98.htm

6. RESOLUÇÃO SE N.º 92/2009, de 8 de dezembro de 2009. Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do ciclo I
do ensino fundamental das escolas da rede pública estadual. Disponível em: http://siau.edunet.sp.gov.br/ItemLise/arquivos/92_09.HTM

7. INSTRUÇÃO CENP N.º 1/2010, de 11 de janeiro de 2010.Dispõe sobre o processo de recuperação de estudos de alunos do
Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, nas escolasda rede estadual de ensino. Disponível em:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/Instrucao_CENP_01-010.pdf



ARTE
Bibliografia: Arte
Livros e Artigos para Arte

1. ALMEIDA, Berenice; PUCCI, Magda. Outras terras, outros sons. São Paulo: Callis, 2003.
Fonte: http://profleandrolopes.blogspot.com/2010/03/almeida-berenice-e-pucci-magda-outras.html

2. BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2007.
Fonte: http://profleandrolopes.blogspot.com/2010/03/barbosa-ana-mae-inquietacoes-e-mudancas.html

3. BERTHOLT, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo:Perspectiva, 2004.
Fonte: http://profleandrolopes.blogspot.com/2010/03/almeida-berenice-e-pucci-magda-outras.html

4. OLIVEIRA, Marilda Oliveira de (org). Arte, educação e cultura. Santa Maria: UFSM, 2007.

5. OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
Fonte: http://profleandrolopes.blogspot.com/2010/03/ostrower.html

6. PAVIS, Patrice. A análise dos espetáculos. São Paulo:Perspectiva, 2008.
Fonte: http://alinedasilvadiasbarbosa.blogspot.com/2008/05/pavis-patrice-as-condies-da-anliseo.html

7. PILLAR, Analice Dutra (Org.). A educação do olhar no ensino das artes. Porto Alegre: Mediação, 1999.

8. PUPO, Maria Lúcia de Souza Barros. Entre o Mediterrâneo e o Atlântico: uma aventura teatral. São Paulo: Perspectiva,2005.
Fonte: http://www.eca.usp.br/salapreta/PDF06/SP06_024.pdf

9. SALLES, Cecília Almeida. Gesto inacabado: processo de criação artística. São Paulo: Annablume, 2007.
Fonte: http://www.anpap.org.br/anais/2007/2007/artigos/013.pdf

10. SANTAELLA, Lúcia. O que é cultura. In: ______. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003, p. 29-49.

11. SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e ancestralidade: uma proposta pluricultural de dança, arte, educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006.
Fonte: http://www.portalabrace.org/vcongresso/textos/pesquisadanca/Inaicyra%20Falcao%20dos%20Santos%20-%20Corpo%20e%20Ancestralidade%20resignificacao%20de%20uma%20heranca%20cultural.pdf

12. SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. 2. ed. São Paulo: UNESP, 2003.
Fonte: http://www.musimid.mus.br/2_doctos/SONS_VOZES_CORPOS%20Simone%20Luci%20Pereira.pdf

13. SPOLIN, Viola. Jogos teatrais na sala de aula. São Paulo:Perspectiva, 2008.
Fonte: http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0550-1.pdf

Fonte: http://www.docs-finder.com/ouvido-pensante-download-pdf.html

14. VERTAMATTI, Leila Rosa Gonçalves. Ampliando o repertório do coro infanto-juvenil: um estudo de repertório inserido em uma nova estética. São Paulo: UNESP, 2008.
Fonte: http://blog.newsfree.com.br/2008/03/26/leitura-ampliando-o-repertorio-do-coro-infanto-juvenil/

Documentos para Arte
1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Programa Cultura é Currículo. Disponível em: http://culturaecurriculo.fde.sp.gov.br/

2. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Arte para o
Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008.
Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_ART_COMP_red_md_15_01_2010.pdf


Perfis Profissionais e Referenciais Bibliográficos para Exames, Concurso e/ou Processos Seletivos de Educadores PEB I, PEB II, Educação Especial, Educação Escolar Indígena, Diretor de Escola e Supervisor de Ensino. 26 de Outubro de 2010
PERFIL DE ARTE -PÁG 31.
BIBLIOGRAFIA DE ARTE - pÁG 119

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/PEB2011/PerfisProfissionais.pdf

8º ANO - 3º BIMESTRE - VOL 2


A LIBERDADE GUIANDO O POVO


A Liberdade Guiando o Povo, quadro no qual Delacroix mostra a revolta da população parisiense, que, mobilizada pelas idéias liberais, em 1830, sai às ruas para pôr fim ao absolutismo.




A Liberdade Guiando o Povo (em francês: La Liberté guidant le peuple) é uma pintura de Eugène Delacroix em comemoração à Revolução de Julho de 1830, com a queda de Carlos X.. Uma mulher representando a Liberdade guia o povo por cima dos corpos dos derrotados, levando a bandeira tricolor da Revolução francesa em uma mão e brandindo um mosquete com baioneta na outra.[1]

Em 2009, uma versão dessa pintura, na qual a bandeira brasileira substitui a bandeira da França, foi publicada para anunciar extra-oficialmente o Ano da França no Brasil

A Revolução de Julho de 1830, também conhecida pelos Três Gloriosos (em francês Les Trois Glorieuses), é a designação dada aos acontecimentos dos dias 27, 28 e 29 de Julho de 1830, conhecidos como os três dias gloriosos, durante os quais o povo de Paris e as sociedades secretas republicanas, liderados pela burguesia liberal, fizeram uma série de levantamentos contra Carlos X da França, que culminaram na sua abdicação e no fim do período conhecido pela Restauração Francesa. O movimento alastrou por toda a Europa dando origem a uma complexa cadeia de movimentos insurreccionais que ficou conhecido pelas Revoluções de 1830.
Contexto e conseqüências
Durante aqueles dias levantaram-se barricadas na capital francesa e generalizou-se a luta civil. As revoltas populares sucederam-se e alargaram-se a ponto da própria Guarda Nacional as apoiar, aderindo à sedição. Após lutas nas ruas parisienses (as Três Gloriosas), o último rei da Casa de Bourbon teve de partir para o exílio no começo de Agosto. O clima da revolução perpassa pelas páginas de Os Miseráveis, de Victor Hugo.

Temerosa do radicalismo das classes que haviam feito a revolução (pequena burguesia e proletariado urbano), a alta burguesia instalou no poder o primo do rei, Luís Filipe de Orleans, o "Rei Burguês", monarca constitucional e liberal de outro ramo da nobreza francesa. "De agora em diante, os banqueiros reinarão na França", como afirmou Jacques Lafitte, banqueiro e político que participou das manobras para colocar Luís Filipe no trono. Ele tinha razão. Todas as facções da burguesia, como industriais e comerciantes, haviam participado da luta contra o poder real e a velha aristocracia, mas quem assumiu o poder foi apenas uma parcela da burguesia - a do capital financeiro. Apoiado por banqueiros como Casimire Pérere e contando com ministros como Thiers ou Guizot, a Monarquia de Julho vem assim conseguir impor um clima de paz e prosperidade.pt:Revoluções de 1830.
Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_Julho

CLOUD GATE



Anish Kapoor



Um dos símbolos da Chicago moderna, o Cloud Gate, é uma escultura gigantesca de 110 toneladas, feita de aço inox. Foi criada em homenagem às vítimas britânicas de 11 de setembro pelo artista plástico Anish Kapoor, nascido em Bombaim e que vive na Inglaterra. Anish começou a ser conhecido internacionalmente nos anos 80 com seus novos estilos de arte.


Esta escultura atrai visitantes do mundo todo. Sua forma de gota de mercúrio ou "The Bean" como é chamada, e suas cavidades escuras na parte inferior, criam reflexos fantásticos, misteriosos e inusitados, prendendo a atenção das pessoas. Está localizada no Millennium Park em Chicago.

"Cloud Gate" by Anish Kapoor - Chicago



Fonte: http://youtu.be/QbO-LJ-QUNg


OS SETES PECADOS CAPITAIS - BOSCH


Na obra Sete Pecados Capitais, BOSCH Jesus Cristo se encontra no centro do painel, cercado por um largo anel dourado no qual está inscrito em latim: "Cuidado, cuidado, Deus vê". A esfera central tem a aparência de um olho humano, e Cristo estaria dentro da pupila. A imagem remete ao significado do olho de Deus, que tudo vê. No restante, temos a representação de cada um dos sete pecados capitais (avareza, soberba, gula, ira, inveja, preguiça e luxúria) em cenas que poderiam ser vistas no cotidiano de sua região. Nos quatro cantos do painel encontramos círculos, dentro dos quais estão representados: a morte, o juízo final, o inferno e a glória.
O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo.
Os sete pecados capitais são:
1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;
5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.

Os Sete pecados capitaiis
Não se sabe ao certo qual a origem desta obra. Talvez provenha da encomenda de uma ordem monástica da época. Sabe-se apenas que posteriormente passou a compor a coleção (sobre colecionismo, ver Salão de Baile) do rei espanhol Felipe II, juntamente com outras obras do artista.
Bosch escolhia para seus temas moralistas personagens de lendas, provérbios e superstições populares, dando-lhes um aspecto alegórico na representação – como também vemos em A Morte do Avarento. Com isso ele criou uma iconografia fantástica própria, que lhe permitiu abordar desde os pecados humanos até sua terrível conseqüência, o inferno. Bosch demonstrou sua preocupação com o homem, mostrou de forma contundente e sem rodeios sua percepção apocalíptica da condição humana.
Na obra Sete Pecados Capitais, Jesus Cristo se encontra no centro do painel, cercado por um largo anel dourado no qual está inscrito em latim: "Cuidado, cuidado, Deus vê". A esfera central tem a aparência de um olho humano, e Cristo estaria dentro da pupila. A imagem remete ao significado do olho de Deus, que tudo vê. No restante, temos a representação de cada um dos sete pecados capitais (avareza, soberba, gula, ira, inveja, preguiça e luxúria) em cenas que poderiam ser vistas no cotidiano de sua região. Nos quatro cantos do painel encontramos círculos, dentro dos quais estão representados: a morte, o juízo final, o inferno e a glória.
Por optar por representar o tema a partir de situações cotidianas, cumprindo o objetivo educativo e moralista, esta obra prenuncia um gênero artístico surgido tempor depois e amplamento desenvolvido ali, nos Países Baixos: Pintura de Gênero
Em A Mansão de Quelícera, esta obra foi apropriada (ver Apropriação) como tampo da mesa de centro da Biblioteca. Ali o jogador pode acessar pistas diferenciadas sobre sua missão no jogo, conforme o personagem adotado.

Hieronymus BOSCH

Fonte: http://youtu.be/VbrUnAimPhw